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Lorelin Depot

Lorelin Depot - Bula do remédio

Lorelin Depot com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Lorelin Depot têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Lorelin Depot devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Bergamo

Apresentação de Lorelin Depot

Pó liofilizado para suspensão injetável 3,75 mg em embalagem contendo 1 frasco-ampola, 1 ampola com 2 mL de diluente, 1 seringa descartável, 2 agulhas e material para assepsia.

Lorelin Depot - Indicações

Neoplasia da próstata
Lorelin Depot é destinado ao tratamento paliativo da neoplasia avançada da próstata, oferecendo uma alternativa ao tratamento quando a orquiectomia ou estrogenoterapia não forem indicadas ou aceitáveis para o paciente. Nos estudos clínicos realizados, a segurança e eficácia de acetato de leuprorrelina não diferem daquelas obtidas com o uso diário da injeção subcutânea.

Fibroma uterino
Lorelin Depot é destinado ao tratamento do leiomioma uterino (fibroma uterino) por um período de seis meses. A terapêutica pode ser pré-operatória, antes da miomectomia ou histerectomia ou pode proporcionar alívio sintomático, no período perimenopáusico, para a mulher que não deseja submeter-se à cirurgia.

Endometriose
Lorelin Depot é destinado ao tratamento da endometriose por um período de seis meses. Pode ser utilizado em monoterapia (terapêutica isolada) ou como adjuvante ao tratamento cirúrgico.

Puberdade precoce
Lorelin Depot é destinado ao tratamento de crianças com puberdade precoce central.

Contra-indicações de Lorelin Depot

Lorelin Depot é contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade ao acetato de leuprorrelina, ou a nonapeptídeos similares ou a qualquer um dos excipientes.
Casos isolados de anafilaxia foram reportados com a formulação de uso mensal de acetato de leuprorrelina.
Lorelin Depot é contraindicado a mulheres grávidas ou que possam engravidar durante o tratamento. Quando a suspensão de depósito mensal foi administrada uma vez em coelhas no sexto dia de gestação nas doses testadas de 0,00024; 0,0024 e 0,024 mg/kg (1/300 a 1/3 da maior dose recomendada em humanos adultos) produziu um aumento dependente da dose nas principais anomalias fetais.
Estudos semelhantes em ratos não demonstraram um aumento de malformações fetais. Houve um aumento da mortalidade fetal e diminuição do peso fetal com as duas doses maiores de acetato de leuprorrelina em coelhos e com a dose mais elevada em ratos. Os efeitos sobre a mortalidade fetal são conseqüências lógicas das alterações nos níveis hormonais causadas pela substância. Portanto existe possibilidade de anormalidades fetais e aborto espontâneo se este medicamento for administrado durante a gravidez.

Categoria X para gravidez - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Lorelin Depot não deve ser administrado em pacientes com sangramento vaginal de causa não diagnosticada.


Nota: A margem de segurança foi calculada baseada em uma média diária estimada de acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito tanto para humanos quanto animais.

Advertências

Durante o início do tratamento, os níveis de esteróides gonadotropínicos e sexuais elevaram-se a um nível superior ao normal devido ao efeito estimulante natural da droga. Logo, pode ser observado aumento dos sinais e sintomas clínicos durante esse período.
Pode ocorrer piora dos sinais pré-existentes e sintomas durante as primeiras semanas de tratamento. Essa piora dos sintomas pode contribuir para paralisias, com ou sem complicações fatais.

Densidade mineral óssea
Durante qualquer estado hipoestrogênico, podem ocorrer alterações da densidade mineral óssea em homens com câncer de próstata em tratamento prolongado e em mulheres. Não há estudos em homens quanto a reversibilidade da perda de massa óssea após a retirada do acetato de leuprorrelina. Em mulheres, a perda de massa óssea pode ser reversível após a suspensão do tratamento com acetato de leuprorrelina.

Convulsões
Em relatórios de pós-comercialização, foi observado convulsão em pacientes durante o tratamento com acetato de leuprorrelina. Entre os pacientes estão mulheres, população pediátrica, pacientes com histórico de crises convulsivas, epilepsia, distúrbios cerebrovasculares, anomalias do sistema nervoso central ou tumores, e em pacientes que utilizaram medicamentos concomitantes que são associados a convulsões como bupropiona e inibidores da recaptação de serotonina.
Convulsões também forma relatadas em pacientes fora das condições mencionadas acima.

Câncer de próstata
Inicialmente, o acetato de leuprorrelina, como qualquer agonista LH-RH, causa aumento de aproximadamente 50% nos níveis séricos de testosterona durante a primeira semana de tratamento. Ocasionalmente pode-se desenvolver breve piora dos sintomas, ou maior ocorrência de sinais e sintomas do câncer de próstata durante as primeiras semanas de tratamento com acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito. Um pequeno número de pacientes pode relatar aumento temporário de dor nos ossos, que pode ser controlado sintomaticamente. Assim como outros agonistas do LH-RH, foram observados casos isolados de obstrução uretral e compressão da medula espinal o que pode contribuir para paralisias com ou sem complicações fatais.
Pacientes com lesões vertebrais metastáticas e/ou obstrução do trato urinário devem ser observados atentamente nas primeiras semanas de tratamento.
Hiperglicemia e um aumento do risco de desenvolvimento de diabetes foi reportado em homens recebendo agonistas do LH-RH. Hiperglicemia pode representar o desenvolvimento de diabetes mellitus ou o agravamento do controle da glicemia em pacientes com diabetes. Deve ser realizado monitoramento periódico da glicose sanguínea e/ou hemoglobina glicosilada (HbA1c) em pacientes recebendo agonistas do LH-RH e controlados de acordo com as práticas atuais para o tratamento de hiperglicemia ou diabetes.


Aumento do risco de desenvolvimento de infarto do miocárdio, morte súbita cardíaca e acidente vascular cerebral associados com o uso de agonistas do LH-RH têm sido relatados em homens. O risco é relativamente baixo baseado nas probabilidades e razões reportadas e, deve ser avaliado cuidadosamente ao determinar o tratamento de pacientes com câncer de próstata, juntamente com os fatores de risco cardiovascular. Pacientes recebendo agonistas de LH-RH devem ser monitorados sobre sinais e sintomas sugestivos para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e devem ser controlados de acordo com a prática clínica atual.

Efeitos no Intervalo QT/QTc
Em pacientes com histórico ou fator de risco para prolongamento do intervalo QT e em pacientes que fazem uso concomitante de medicamentos que podem prolongar este intervalo, os médicos devem avaliar a razão risco benefício, incluindo o potencial para Torsade de Pointes, antes do início da administração do acetato de leuprorrelina,
Uma vez que o tratamento de privação de androgênio pode prolongar o intervalo QT, o uso concomitante de acetato de leuprorrelina com medicamentos que conhecidamente prolongam o intervalo QT ou medicamentos que podem induzir Torsade de Pointes, como medicamentos antiarrítmicos classe IA (quinidina, disopiramida) ou classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxifloxacina, antipsicóticos, entre outros, deve ser cuidadosamente avaliado.

Exames laboratoriais
A resposta ao acetato de leuprorrelina deve ser monitorada pela avaliação dos níveis plasmáticos de testosterona, assim como pelo antígeno prostático específico. Na maioria dos pacientes os níveis de testosterona se elevam acima dos valores basais na primeira semana de tratamento, retornando a esses valores ou abaixo deles no final da segunda semana. Níveis de castração são alcançados dentro de 2 a 4 semanas e, uma vez obtidos, são mantidos pelo tempo que o paciente utilizar o fármaco.

Endometriose/fibroma uterino
Durante a fase inicial da terapia, ocorre um aumento temporário dos esteroides sexuais, em relação ao basal, devido ao efeito fisiológico da droga. Isto pode levar a um aumento dos sintomas e sinais clínicos durante os primeiros dias de tratamento, mas que desaparecem com a continuidade do tratamento, em doses adequadas. No entanto, casos de sangramento vaginal intenso com necessidade de intervenção médica ou cirúrgica foram reportados com o uso contínuo de acetato de leuprorrelina para tratamento de leiomioma uterino submucoso.
O uso seguro de acetato de leuprorrelina durante a gestação não foi estabelecido clinicamente. Antes de iniciar o tratamento, recomenda-se verificar se a paciente não está grávida. Lorelin Depot não é um contraceptivo. Se a contracepção for necessária, deve ser utilizado um método contraceptivo não hormonal.



Puberdade precoce
A não adesão ao tratamento ou doses inadequadas pode resultar em controle inadequado do processo puberal. As conseqüências deste controle inadequado incluem o retorno dos sinais de puberdade, tais como, menstruação, desenvolvimento das mamas e crescimento testicular. As consequências a longo prazo do controle inadequado da secreção esteróide gonadal são desconhecidas, mas podem incluir um comprometimento na estatura adulta.
A resposta ao acetato de leuprorrelina deve ser monitorada 1 a 2 meses após início da terapia, com um teste de estimulação do GnRH e dosagem dos níveis dos esteróides sexuais. A determinação do avanço da idade óssea deve ser realizada a cada 6-12 meses. Os hormônios sexuais podem aumentar ou ultrapassar os níveis pré-puberais, se a dose for inadequada. Uma vez definida a dose terapêutica, os níveis de gonadotrofina e esteróides sexuais cairão aos níveis pré-puberais.

Carcinogênese, mutagênese, prejuízo da fertilidade, teratogênese
Foi realizado um estudo de carcinogenicidade de dois anos em ratos e camundongos. Em ratos, foi notada uma incidência dose-relacionada de hiperplasia hipofisária e adenomas hipofisários benignos, quando o medicamento foi administrado por via subcutânea por 24 meses, em altas doses diárias (0,6 a 4 mg/kg). Houve um significante aumento de adenomas de ilhotas pancreáticas nas fêmeas e de adenomas de células intersticiais testiculares nos machos, mas sem relação com a dose (incidência maior em grupos com baixas doses). Em camundongos não foi observada qualquer anormalidade hipofisária em doses tão altas quanto 60 mg/kg por 2 anos. Pacientes foram tratados com leuprorrelina durante até 3 anos com doses tão altas quanto 10 mg/dia e por 2 anos com doses tão altas quanto 20 mg/dia. Sinais clínicos de anormalidade hipofisária não foram observados em quaisquer desses pacientes.
Estudos de mutagenicidade foram realizados com acetato de leuprorrelina em sistemas bacterianos e de mamíferos. Tais estudos não mostraram evidências de um potencial mutagênico para esse fármaco.
O acetato de leuprorrelina pode reduzir a fertilidade feminina e masculina. A administração de acetato de leuprorrelina em ratos machos e fêmeas com doses mensais de 0,024, 0,24 e 2,4 mg/Kg por 3 meses (tão baixa quanto 1/300 da dose mensal estimada para humanos) causou atrofia dos órgãos reprodutores e supressão da função reprodutiva.
Nota: A margem de segurança foi calculada baseada em uma média diária estimada de acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito tanto para humanos quanto animais.
Estudos clínicos e farmacológicos em adultos, com análogo similar ou com o acetato de leuprorrelina, mostraram completa reversão da supressão da fertilidade quando o medicamento foi interrompido após administração contínua por períodos de até 24 semanas. Não há dados em humanos relacionados à fertilidade masculina seguida do tratamento com acetato de leuprorrelina,



Cuidados e advertências para populações especiais
Uso em idosos - Não há recomendações especiais para esta faixa etária.

Uso durante a gravidez - O uso do acetato de leuprorrelina durante a gestação não foi estabelecido clinicamente. Antes de iniciar o tratamento, recomenda-se verificar se a paciente não está grávida. Existe a possibilidade da ocorrência de um aborto espontâneo se a medicação for administrada durante a gravidez (vide “CONTRAINDICAÇÕES”). Se uma paciente engravidar durante o tratamento, a medicação deverá ser descontinuada.
Lorelin Depot não é um contraceptivo. Se a contracepção for necessária, deve ser utilizado um método contraceptivo não hormonal.
O uso de Lorelin Depot é contraindicado durante a gravidez.

Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
Uso na lactação - Desconhece-se se o acetato de leuprorrelina é excretado no leite humano. Logo, Lorelin Depot não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Interações medicamentosas de Lorelin Depot

Não foram realizados estudos específicos sobre interação do acetato de leuprorrelina com outras substâncias. Entretanto, considerando que o acetato de leuprorrelina é um peptídeo principalmente metabolizado pela peptidase e não pelas enzimas do citocromo P450, conforme observado em estudos específicos, e que a substância é apenas cerca de 46% ligada às proteínas plasmáticas, não são esperadas interações medicamentosas.

Câncer de Próstata
Vide “PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS”, Efeito de Intervalo QT.

Alterações em exames laboratoriais durante o tratamento
A administração de acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito em mulheres resulta na supressão do sistema hipofisário-gonadal. A função normal geralmente é recuperada em até 3 meses após a descontinuação do tratamento. Portanto, os exames de diagnóstico da função hipofisária gonadotrófica e gonadal realizados durante o tratamento até 3 meses após a descontinuação do produto podem não ser conclusivos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Lorelin Depot

As reações adversas a seguir estão comumente associadas com a ação farmacológica do acetato de leuprorrelina na esteroidogênese, a freqüência dessas reações é desconhecida:

Homens
Neoplasia benigna, maligna ou inespecífica (incluindo cistos e pólipos) - aumento do tumor da próstata, agravamento do câncer de próstata.

Alterações do metabolismo e nutrição - ganho e perda de peso. Alterações psiquiátricas - perda ou diminuição da libido, aumento da libido. Alterações do sistema nervoso - cefaleia, fraqueza muscular.

Alterações vasculares - vasodilatação, fogachos, hipotensão, hipotensão postural.


Alterações de pele e tecidos subcutâneos - pele seca, hiperidrose, rash, urticária, crescimento anormal de pelos, alterações do cabelo, suores noturnos, hipotricose, alterações na pigmentação da pele, suor frio, hirsutismo.
Alterações do sistema reprodutor - ginecomastia, mastalgia, disfunção erétil, dor testicular, aumento das mamas, dor nas mamas, dor prostática, inchaço do pênis, alterações no pênis, atrofia testicular.

Alterações gerais e no local da aplicação - ressecamento das mucosas.
Alterações investigacionais - aumento do PSA, diminuição da densidade óssea.
Longa exposição (6 a 12 meses) - diabetes mellitus, tolerância à glicose prejudicada, aumento do colesterol total, aumento do LDL, aumento de triglicérides, osteoporose.

Mulheres
Alterações do metabolismo e nutrição - ganho e perda de peso.
Alterações psiquiátricas - perda ou diminuição da libido, aumento do libido, efeitos na labilidade emocional. Alterações do sistema nervoso - cefaleia.
Alterações vasculares - vasodilatação, fogachos, hipotensão.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - acne, seborreia, pele seca, urticária, odor anormal na pele, hiperidrose, crescimento anormal dos pelos, hirsutismo, alterações capilares, eczema, alterações nas unhas, suores noturnos.
Alterações do sistema reprodutor - hemorragia vaginal, dismenorreia, alterações na menstruação, aumento das mamas, ingurgitamento mamário, atrofia mamária, corrimento genital, corrimento vaginal, galactorreia, dor mamária, metrorragia, sintomas da menopausa, dispareunia, alterações uterinas, vaginites, menorragia.
Alterações gerais e no local da aplicação - sensação de calor e irritabilidade.
Alterações investigacionais - diminuição da densidade óssea.
Longa exposição (6 a 12 meses) - diabetes mellitus, tolerância à glicose prejudicada, aumento do colesterol total, aumento do LDL, aumento do triglicerides, osteoporose.

Crianças
Alterações psiquiátricas - efeitos na labilidade emocional.
Alterações do sistema nervoso - cefaleia.
Alterações vasculares - vasodilatação.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - acne, seborreia, rash incluindo eritema multiforme.
Alterações do sistema reprodutor - hemorragia vaginal, corrimento vaginal, vulvovaginites.
Alterações gerais e no local da aplicação - dor, reações no local da injeção incluindo abscessos.
As reações adversas a seguir foram relatadas em estudos clínicos e na experiência pós comercialização:

Homens
Câncer de próstata - Na maioria dos pacientes, os níveis de testosterona aumentaram acima dos valores basais durante a primeira semana, diminuindo depois disso a níveis basais ou inferiores, no final da segunda semana de tratamento. Esse aumento transitório dos níveis hormonais foi ocasionalmente associado com uma piora temporária dos sinais e sintomas.


Atenção especial deve ser dedicada aos pacientes com metástases vertebrais e/ou obstrução urinária ou hematúria, pois um potencial agravamento dos sinais e sintomas no início do tratamento pode acarretar problemas neurológicos, tais como fraqueza e/ou parestesia dos membros inferiores ou piora dos sintomas urinários.
As reações adversas estão distribuídas por sistema e por frequência muito comum (=>1/10), comum (=>1/100 e <1/10), incomum (=>1/1.000 e <1/100) em estudos clínicos. Como o acetato de leuprorrelina apresenta múltiplas indicações, e logo, populações de pacientes, algumas das reações adversas de pós-comercialização podem não ser aplicadas para todos os pacientes. Para a maioria das reações adversas, a relação causa e efeito não foi estabelecida.
Reações muito comuns (=>1/10)
Alterações no metabolismo e nutrição - aumento de peso anormal.
Alterações psiquiátricas - diminuição da libido.
Alterações vasculares - fogachos, vasodilatação.
Alterações de pele e tecido subcutâneo - hiperidrose.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - dor nos ossos.
Alterações renais e urinárias - noctúria.
Alterações do sistema reprodutor - disfunção erétil, distúrbios testiculares.
Alterações gerais e no local da administração - fadiga, reação no local da injeção.
Alterações investigacionais - aumento da desidrogenase láctea no sangue.
Reações adversas comuns (=>1/100 e <1/10)
Infecções e infestações - bronquite, infecção no trato urinário.
Alterações no sangue e sistema linfático - anemia.
Alterações no metabolismo e nutrição - anorexia, perda de peso anormal.
Alterações psiquiátricas - insônia, depressão, diminuição da libido.
Alterações no sistema nervoso - cefaleia, parestesia.
Alterações vasculares - linfoedema, hipertensão, tromboflebite.
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino - dispneia, asma.
Alterações gastrintestinais - constipação, náusea, vômito, diarreia.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - prurido, hiperidrose.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - artralgia, dor nas costas, fraqueza muscular, dor nas extremidades. Alterações renais e urinárias - disúria, hematúria.
Alterações do sistema reprodutor - ginecomastia, disfunção erétil, atrofia testicular.
Alterações gerais e no local da aplicação - dor, edema periférico, astenia, edema, massa e dor no local da injeção, sintomas de gripe, fadiga.
Investigações - hiperfosfatemia, aumento da desidrogenase láctica, aumento do PSA, aumento do ALT, aumento do AST, aumento do GGT, alterações no eletrocardiograma.
Reações adversas incomuns (=>1/1.000 e <1/100)
Infecções e infestações - infecção cística, infecção viral, candidíase, sepsis, rinite, infecção fúngica de pele. Neoplasia benigna, malígna ou inespecífica (incluindo cistos e pólipos) - pseudolinfoma, neoplasmas. Alterações no sangue e sistema linfático - eosinofilia.


Alterações no sistema imunológico - hipersensibilidade.
Alterações no metabolismo e nutrição - hiperglicemia, hipoglicemia, desidratação, aumento de peso anormal. Alterações psiquiátricas - insônia, distúrbios do sono e depressão.
Alterações no sistema nervoso - tontura, sonolência, tremor, crises convulsivas parciais simples, parestesia. Alterações visuais - ambliopia.
Alterações auditivas - dor no ouvido, zumbido.
Alterações cardíacas - angina pectoris, insuficiência cardíaca, bradicardia, bloqueio atrioventricular, arritmia, extrasístoles ventriculares. Alterações vasculares - aneurisma, colapso circulatório, hematoma, rubor, angiopatia, hipertensão, circulação periférica pobre. Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino - tosse, doença pulmonar obstrutiva crônica, epistaxe, hemoptise, enfisema, Alterações gastrintestinais - gastrite.
Alterações hepato-biliares - hepatite colestática, lesão hepatocelular.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - alopécia, rash, pele seca, rash maculo-papular, alterações nos pelos, suores noturnos. Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - mialgia, espasmos musculares, dor nos ossos, fraqueza muscular, dor nas extremidades.
Alterações renais e urinárias - incontinência urinária, polaciúria, retenção urinária, distúrbios da micção, disúria, hematúria, poliúria. Alterações do sistema reprodutor - ginecomastia, aumento das mamas.
Alterações gerais e no local da aplicação - dor no peito, edema gravitacional, ressecamento da mucosa, mal estar, perturbação da marcha, astenia, inflamação no local da injeção, eritema no local da injeção, irritação no local da injeção e calafrios.
Investigações - aumento da faixa de sedimentação das hemácias, aumento da testosterona no sangue, diminuição da hemoglobina, aumento da ureia no sangue, aumento do ácido úrico, aumento do cálcio no sangue, aumento da ALT, aumento da gama- glutamiltransferase, diminuição da contagem de plaquetas, presença de proteína na urina, aumento da contagem de glóbulos brancos, aumento da contagem de reticulócitos.
Lesões, envenenamentos e complicações processuais - fratura, lesões na cabeça, queda, oclusão de dispostivo. Procedimentos médicos e cirúrgicos - excisão do tumor, ressecção transuretral da bexiga, litotripsia.

Mulheres
As reações adversas estão distribuídas por sistema e por frequência muito comum (=>1/10), comum (=>1/100 e <1/10), incomum (=>1/1.000 e <1/100) em estudos clínicos para o tratamento de endometriose e fibroma uterino.
Como o acetato de leuprorrelina apresenta múltiplas indicações, e logo, populações de pacientes, algumas das reações adversas de pós- comercialização podem não ser aplicadas para todos os pacientes. Para a maioria das reações adversas, a relação causa e efeito não foi estabelecida.
Casos de tromboembolismo arterial e venoso graves foram reportados, incluindo trombose venosa profunda, embolia pulmonar, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e ataque isquêmico transitório. Apesar da relação temporal reportada em alguns casos, a maioria foi confundida por fatores de risco ou uso de medicamentos concomitantes. Desconhece-se a existência de uma associação causal entre o uso de agonista de LH-RH e estes eventos.



Alterações na Densidade Óssea - Em estudos clínicos controlados, pacientes com endometriose (6 meses de terapia) ou fibromas uterinos (3 meses de terapia) foram tratados com acetato de leuprorrelina. Em pacientes com endometriose, a densidade óssea vertebral medida pela absorciometria de feixe duplo de raios-X (DEXA) diminuiu em média 3,9% em seis meses em comparação com os valores no pré- tratamento. Para estes pacientes que foram testados com 6 ou 12 meses após a descontinuação do tratamento, a média de densidade óssea retornou para 2% com os valores de pré tratamento.
Quando acetato de leuprorrelina foi administrado por 3 meses em pacientes com fibroma uterino, a densidade óssea vertebral trabecular avalidada por radiografia digital quantitativa (QDR) revelou uma diminuição média de 2,7% em comparação com os valores basais. Seis meses após a descontinuação do tratamento, uma tendência para a recuperação foi observada.

Endometriose
Reações muito comuns (=>1/10)
Alterações no metabolismo e nutrição - aumento de peso anormal.
Alterações psiquiátricas - labilidade emocional, nervosismo, diminuição do libido, insônia, depressão, nervosismo/ansiedade.
Alterações no sistema nervoso - tontura, cefaleia.
Alterações vasculares - vasodilatação.
Alterações gastrintestinais - náusea.
Alterações de pele e tecido subcutâneo - acne.
Alterações no sistema reprodutor - vaginites.

Reações adversas comuns (=>1/100 e <1/10)
Alterações no metabolismo e nutrição - hipercolesterolemia, perda de peso anormal.
Alterações psiquiátricas - depressão maior, ansiedade, estado confussional, hostilidade.
Alterações no sistema nervoso - parestesia, enxaqueca, hipertonia.
Alterações visuais - falha na visão, ambliopia.
Alterações auditivas e do labirinto - vertigem.
Alterações cardíacas - palpitações.
Alterações gastrintestinais - constipação, náusea e vômito, diarreia, boca seca, dor abdominal.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - alopécia, equimose, seborreia, rash, pele seca, hiperidrose, hirsutismo.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - artropatia, artralgia, dor nas costas, rigidez da nuca, dor no pescoço. Alterações renais e urinárias - disúria.
Alterações do sistema reprodutor - atrofia mamária, corrimento genital, dor nas mamas, dor pélvica.
Alterações gerais e no local da aplicação - astenia, dor, dor peitoral, edema, edema periférico, dor no local da injeção, calafrios, sede.

Reações adversas incomuns (=>1/1.000 e <1/100)
Infecções e infestações - infecção, pielonefrite, furunculose.
Alterações no metabolismo e nutrição - anorexia, aumento do apetite.
Alterações psiquiátricas - distúrbios da personalidade, desilusão, pensamentos anormais, temperamento eufórico, apatia.


Alterações no sistema nervoso - sonolência, amnésia, síncope, ataxia.
Alterações visuais - distúrbios visuais, dor ocular.
Alterações cardíacas - taquicardia.
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino - epistaxe, disfonia.
Alterações gastrintestinais - distensão abdominal, dispepsia, flatulência, gastrite, sangramento da gengiva. Alterações hepatobiliares - amolecimento do fígado.
Alterações de pele e tecido subcutâneo - rash maculo-papular, reação de fotossensibilidade, alterações do cabelo.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - mialgia, artrite.
Alterações renais e urinárias - incontinência urinária, polaciúria.
Alterações no sistema reprodutor - aumento das mamas, ingurgitamento mamário, galactorreia.
Alterações gerais e no local da aplicação - edema facial, edema generalizado, reação, massa e hipersensibilidade no local da injeção.

Fibroma uterino
Reações muito comuns (=>1/10)
Alterações no sistema nervoso - cefaleia.
Alterações vasculares - vasodilatação.
Alterações no sistema reprodutor - vulvovaginites.

Reações adversas comuns (=>1/100 e <1/10)
Alterações no metabolismo e nutrição - ganho ou perda de peso anormal.
Alterações psiquiátricas - labilidade emocional, nervosismo, diminuição do libido, insônia, depressão.
Alterações no sistema nervoso - tontura, parestesia, hipertonia.
Alterações gastrintestinais - náusea, diarreia, flatulência, dor abdominal.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - rash, pele seca, hiperidrose.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - artropatia, artralgia, dor nas costas.
Alterações do sistema reprodutor - dor nas mamas.
Alterações gerais e no local da aplicação - dor, edema periférico, astenia, dor no local da injeção, calafrios.
Investigações - teste de função do fígado alterado.

Reações adversas incomuns (=>1/1.000 e <1/100)
Infecções e infestações - rinite, candidíase vulvovaginal, gripe.
Alterações no metabolismo e nutrição - aumento do apetite.
Alterações psiquiátricas - ansiedade.
Alterações no sistema nervoso - disgeusia, enxaqueca.
Alterações visuais - conjuntivite.
Alterações cardíacas - taquicardia.
Alterações gastrintestinais - constipação, náusea e vômito, boca seca.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos - odor anormal da pele, hirsutismo, alteração nas unhas, descoloração da pele e dermatite bolhosa.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - mialgia.
Alterações do sistema reprodutor - distúrbios menstruais, dor pélvica, metrorragia, menorragia.
Alterações gerais e no local da aplicação - dor no peito, edema, massa no local da injeção, agravamento da condição.
Investigações - testes laboratoriais anormais.

Crianças
Puberdade precoce
As reações adversas estão distribuídas por sistema e por frequência muito comum (=>1/10), comum (=>1/100 e <1/10), incomum (=>1/1.000 e <1/100) em estudos clínicos para o tratamento de puberdade precoce.



Reações adversas muito comuns (=>1/10)
Alterações gerais e no local da aplicação - dor no local da injeção

Reações adversas comuns (=>1/100 e <1/10)
Alterações no metabolismo e nutrição - retardo no crescimento, ganho de peso anormal.
Alterações psiquiátricas - labilidade emocional afetada, alterações no humor.
Alterações no sistema nervoso - cefaleia.
Alterações vasculares - vasodilatação.
Alterações de pele e tecido subcutâneo - acne, rash, odor anormal da pele.
Alterações no sistema reprodutor - ginecomastia, vulvovaginite.
Alterações gerais e no local da aplicação - dor, reação no local da injeção, aumento de peso.

Reações adversas incomuns (=>1/1.000 e <1/100)
Infecções e infestações - infecção, rinite, gripe, faringite, sinusite.
Neoplasia benigna, malígna ou inespecífica (incluindo cistos e pólipos) - câncer cervical.
Alterações no sistema imunológico - hipersensibilidade.
Alterações endócrinas - puberdade precoce, aumento da tireóide.
Alterações no metabolismo e nutrição - aumento do apetite.
Alterações psiquiátricas - nervosismo, depressão.
Alterações no sistema nervoso - sonolência, síncope, hipercinesia.
Alterações cardíacas - bradicardia.
Alterações vasculares - hipertensão, distúrbios vasculares periféricos. Alterações no sistema respiratório, torácico e no mediastino - epistaxe, asma. Alterações gastrintestinais - constipação, náuseas e vômitos, disfagia, gengivite, dispepsia.
Alterações na pele e tecido subcutâneo - alopecia, hirsutismo, alterações nos pelos, alterações nas unhas, leucoderma, hipertrofia da pele, púrpura.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - mialgia, artropatia, miopatia, artralgia.
Alterações renais e urinárias - incontinência urinária.
Alterações no sistema reprodutor - hemorragia vaginal, distúrbios cervicais, dismenorreia, alterações menstruais, aumento das mamas, corrimento vaginal, dor nas mamas, feminilização adquirida.
Alterações gerais e no local da aplicação - edema periférico, pirexia, hipertrofia, agravamento das condições do paciente.
Investigações - anticorpo antinuclear positivo, aumento da faixa de sedimentação das hemácias.

Farmacovigilância pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram observadas com esta ou outras formulações de acetato de leuprorrelina injetável durante o período de comercialização. Para sua maioria, a relação causa-efeito não foi estabelecida. Algumas dessas reações adversas podem não ser aplicáveis a todos os pacientes. As reações foram reportadas voluntariamente de uma população de taxa de exposição desconhecida. Por isso não é possível estimar a verdadeira incidência de reações adversas e sua frequência é desconhecida. As reações foram relatadas por homens, mulheres e crianças.
Infecções e infestações - infecção, infecção no trato urinário, faringite, pneumonia.


Neoplasmas benignos, malignos ou inespecíficos - carcinoma de pele.
Alterações hemolinfáticas - anemia.
Alterações no sistema imunológico - reação anafilática. Alterações endócrinas - aumento da tireoide e apoplexia hipofisária.
Alterações no metabolismo e nutrição - diabetes mellitus, aumento do apetite, hipoglicemia, hipoproteinemia, desidratação, hiperlipidemia, hiperfosfatemia.
Alterações psiquiátricas - alteração do humor, nervosismo, aumento da libido, insônia, alterações do sono, depressão, ansiedade, alucinação, ideia suicída, tentativa de suicídio.
Alterações neurológicas - tontura, cefaleia, parestesia, letargia, transtorno de memória, disgeusia, hipoestesia, síncope, neuropatia periférica, acidente vascular cerebral, perda da consciência, crise isquêmica transitória, paralisia, neuromiopatia, convulsão.
Alterações visuais - visão embaçada, distúrbios visuais, visão anormal, ambliopia, olhos secos. Alterações no ouvido e labirinto - zumbido, distúrbios de audição.
Alterações cardíacas - insuficiência cardíaca congestiva, arritmia, infarto do miocárdio, angina pectoris, taquicardia, bradicardia, morte súbita cardíaca, sopros cardíacos.
Alterações vasculares - linfoedema, hipertensão, flebite, trombose, hipotensão, veias varicosas, fogachos, rubor.
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino - atrito pleural, fibrose pulmonar, epistaxe, dispneia, tosse, efusão pleural, infiltração pulmonar, distúrbios respiratórios, congestão sinusal, embolia pulmonar, hemoptise, doença intersticial pulmonar.
Alterações gastrintestinais - constipação, náusea, vômito, hemorragia gastrintestinal, distensão abdominal, dor abdominal, diarreia, disfagia, boca seca, úlcera duodenal, distúrbios gastrintestinais, úlcera péptica, pólipo retal.
Alterações hepatobiliares - função hepática anormal, lesão hepática grave, icterícia.
Alterações na pele e tecido subcutâneo - alopecia, equimose, rash, pele seca, reação de fotossensibilidade, urticária, dermatite, crescimento anormal dos pelos, prurido, distúrbios de pigmentação, lesão de pele, hiperidrose.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo - mialgia, artropatia, artralgia, espondilite anquilosante, sintomas de tenossinovite, edema ósseo.
Alterações renais e urinárias - incontinência urinária, polaciúria, urgência urinária, hematúria, espasmos da bexiga, distúrbios do trato urinário, obstrução do trato urinário.
Alterações no sistema reprodutivo - ginecomastia, mastalgia, atrofia testicular, dor testicular, dor nas mamas, alterações testiculares, edema peniano, distúrbios penianos, dor prostática, metrorragia, distúrbios menstruais e hemorragia vaginal.
Alterações gerais e no local da administração - dor, dor no peito, edema, astenia, pirexia, reação, inflamação, dor e endurecimento no local da injeção, abcessos estéreis no local da injeção, hematomas no local da injeção, calafrio, nódulo, sede, aumento do peso, inflamação e fibrose pélvica.
Investigações - aumento de ureia, ácido úrico, creatinina ou cálcio no sangue, eletrocardiograma anormal, alterações no ECG/isquemia, anormalidade das provas de função hepática, redução de plaquetas, hipopotassemia, leucopenia, leucocitose, aumento de TP, aumento de TTP, hiperlipemia (LDL-colesterol e de triglicérides), aumento de bilirrubina.



Lesões, envenenamentos e compliações processuais - fratura de coluna.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Lorelin Depot - Posologia

Lorelin Depot não terá ação se tomado por via oral.
Lorelin Depot deve ser administrado por via intramuscular.
Seguindo a mesma orientação para outras drogas injetáveis, os locais de aplicação devem ser variados periodicamente.

Preparação para administração
Lorelin Depot é apresentado em microesferas liofilizadas, devendo ser previamente reconstituído por meio de adição do diluente para administração mensal através de dose única intramuscular. As recomendações para a reconstituição de Lorelin Depot são as seguintes:

1.Usando uma seringa com uma das agulhas disponíveis na embalagem, retirar 2 mL de diluente da ampola (qualquer quantidade que sobrar do diluente deve ser descartada) que acompanha o produto.
2.Após retirar a tampa externa de proteção do frasco, injetar o diluente dentro do mesmo, usando técnica asséptica.
3.Agitar bem o frasco até que o pó e o diluente formem um líquido uniforme que pode ter uma aparência leitosa.
4.Imediatamente após a reconstituição da suspensão, retirar o conteúdo total do frasco através da mesma seringa e agulha. Limpar o local da pele onde vai ser feita a injeção com algodão umedecido com álcool. Trocar a agulha (usar a segunda agulha incluída na embalagem), introduzir a agulha através da pele e injetar o medicamento por via intramuscular. Após injetar o medicamento, retirar a agulha e usar outro algodão com álcool e passar suavemente sobre o local onde foi feita a injeção.

**IMPORTANTE: AMPOLA DILUENTE COM PONTO DE CORTE (VEJA AS INSTRUÇÕES ABAIXO).**

A ampola traz na parte superior um ponto de corte.
Este ponto deve estar voltado para o manipulador.
Forçar a junção no sentido contrário.
Ela se romperá abrindo a ampola.

NENHUM OUTRO DILUENTE DEVE SER UTILIZADO PARA A RECONSTITUIÇÃO DESTE MEDICAMENTO.
Usar cada seringa somente uma vez. Cuidado ao descartá-la. As agulhas jogadas sem proteção no lixo podem ferir acidentalmente as pessoas. Nunca deixar seringas, agulhas ou medicamentos ao alcance das crianças.
Nota: sangue aspirado pode ser visto, logo no início da seringa se um vaso sanguíneo é penetrado acidentalmente. Se estiver presente, o sangue pode ser visto no eixo da agulha.



Posologia
Lorelin Depot deve ser administrado sob supervisão do médico.
A posologia recomendada de Lorelin Depot 3,75 mg é de uma injeção de dose única intramuscular mensalmente:

Neoplasia prostática – Lorelin Depot está indicado no tratamento de câncer de próstata e estágio avançado pelo tempo determinado pelo médico.

Fibroma uterino e endometriose - Lorelin Depot está indicado no tratamento do leiomioma uterino (fibroma uterino) e endometriose por um período de 6 meses.

Puberdade precoce - A dose de Lorelin Depot deve ser individualizada para cada criança. A dose está baseada na proporção de mg de leuprorrelina por kg de peso corporal (mg/kg). Crianças mais jovens requerem maiores doses, de acordo com a proporção mg/kg.
Pode haver diferentes regimes de dosagem para CPP, mas o tratamento só deve iniciar com a menor dose possível. A dose inicial recomendada é de 0,3 mg/kg a cada 4 semanas (mínimo de 7,5 mg) administrada em dose única por via intramuscular. A dose inicial pode ser determinada pelo peso corporal da criança como indicado na tabela abaixo:

Peso corporalDose inicialNúmero de injeções
Peso menor que 25,0 kg7,50mg2 (de 3,75 mg)
Peso entre 25,0 e 37,5 kg11,25mg3 (de 3,75 mg)
Peso maior que 37,5 kg15,00mg4 (de 3,75 mg)


Quando duas ou mais injeções são necessárias para atingir a dose total, estas devem ser administradas no mesmo momento.

Dose de manutenção - A primeira dose encontrada pode resultar em adequada supressão hormonal e provavelmente poderá ser mantida na maioria das crianças durante todo o tratamento. No entanto, não há dados suficientes para orientação do ajuste posológico de pacientes que aumentam de faixa de peso após o início da terapia em idade muito jovem e de baixa dosagem. Recomenda-se que a supressão hormonal adequada seja verificada em tais pacientes cujo peso aumentou significativamente durante a terapia.
Se a supressão clínica e hormonal adequada não for alcançada, a dose deve ser aumentada para 11,25 mg ou 15 mg na próxima injeção mensal até que a supressão adequada seja alcançada. Esta dose efetiva será considerada a dose de manutenção.


Em um estudo, uma única dose de acetato de leuprorrelina 3,75 mg foi administrada por via intramuscular em voluntárias saudáveis do sexo feminino. A absorção foi caracterizada por um aumento inicial da concentração plasmática, com pico de concentração após 4 horas variando entre 4,6 a 10,2 ng/mL. No entanto, acetato de leuprorrelina e seu metabólito inativo não puderam ser distinguidos através do método utilizado neste estudo. Após um aumento inicial, as concentrações de leuprorrelina alcançaram um platô após 2 dias da administração e esta concentração se manteve relativamente estável por cerca de 4 a 5 semanas, com concentrações plasmáticas de cerca de 0,30 ng/mL.
Como a administração do medicamento é mensal, o limite máximo diário de administração não é aplicável.

Superdosagem

Não há experiência clínica quanto aos sintomas que caracterizam a superdosagem de acetato de leuprorrelina.
Em estudos com animais, doses de aproximadamente 133 vezes da posologia recomendada para humanos, resultou em dispneia, atividade diminuída e irritação no local da injeção. Em casos de superdosagem, os pacientes deverão ser monitorados cuidadosamente, devendo ser adotadas medidas de suporte e tratamento sintomático.
Nota: Como uma abordagem conservadora, a margem de segurança tem sido calculada com base na quantidade total de acetato de leuprorrelina com a maior concentração disponível, com o pressuposto que o medicamento foi administrado em um dia.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Características farmacológicas

Descrição
O acetato de leuprorrelina, substância ativa do medicamento Lorelin Depot, é um nonapeptídeo sintético análogo do hormônio liberador da gonadotrofina natural (GnRH ou LH-RH). Possui maior potência que o hormônio natural, atua como um inibidor da produção de gonadotrofina e é quimicamente distinto dos esteróides. Seu nome químico é acetato de 5-oxo-L-propil-L-histidil-L-triptofanil-L-seril-L-tirosil-D-leucil-L-arginil-L-N-etil-L-prolinamida. O acetato de leuprorrelina em Lorelin Depot é apresentado como microesferas liofilizadas estéreis que, quando misturadas com o diluente, tornam-se uma suspensão para uso intramuscular.

Farmacodinâmica
O acetato de leuprorrelina, um agonista do LH-RH, age como um potente inibidor da secreção de gonadotrofina, quando administrado continuamente e em doses terapêuticas. Os estudos em animais e em humanos indicam que, seguindo-se a uma estimulação inicial de gonadotrofinas, a administração crônica de acetato de leuprorrelina resulta em suspensão ou ajuste decrescente desses hormônios e consequentemente a suspensão da esteroidogênese ovariana e testicular. Esse efeito é reversível com a descontinuação da terapêutica.
A administração de acetato de leuprorrelina resultou na inibição de crescimento de tumores hormônio-dependentes (tumores prostáticos em ratos machos das espécies Nobel e Dunning), assim como em atrofia de órgão reprodutivos. Em humanos, a administração de acetato de leuprorrelina resulta num aumento inicial dos níveis circulantes do hormônio luteinizante (LH) e do hormônio folículo-estimulante (FSH), conduzindo a um transitório aumento dos níveis dos esteróides gonadais (testosterona e diidrotestosterona em homens; e estrona e estradiol em mulheres na pré-menopausa).


Contudo, a administração contínua do acetato de leuprorrelina, nas doses recomendadas, resulta em diminuição dos níveis de LH, FSH e esteroides sexuais. Em homens, a testosterona é reduzida aos níveis de castração ou pré-puberdade. Em mulheres na pré-menopausa,os estrógenos são reduzidos aos níveis pós-menopausa. A redução dos níveis desses hormônios ocorre dentro de um mês após o início do tratamento com doses recomendadas.

Farmacocinética
O acetato de leuprorrelina não é ativo quando administrado por via oral. A biodisponibilidade quando administrado por via subcutânea é comparável à da administração intramuscular.

Absorção - Os níveis séricos médios obtidos ao final de 1 mês após administração única de acetato de leuprorrelina, em pacientes com neoplasia prostática, na dose de 3,75 mg, por via subcutânea ou intramuscular, foi de 0,7 ng/mL. Não houve indícios de acúmulo do fármaco no organismo.

Distribuição - O volume médio de distribuição médio do acetato de leuprorrelina, no estado de equilíbrio, após administração intravenosa, em bolus, em voluntários sadios do sexo masculino foi de 27 litros. A ligação às proteínas plasmáticas humanas in vitro variou de 43% a 49%.

Metabolismo - Em voluntários sadios do sexo masculino, uma injeção de 1 mg de acetato de leuprorrelina por via intravenosa em bolus, revelou que a depuração sistêmica média foi de 7,6 L/h, com meia vida de eliminação final de aproximadamente três horas, com base em um modelo de dois compartimentos.
Estudos em animais mostraram que o acetato de leuprorrelina marcado com C14 foi metabolizado em peptídeos menores inativos, um pentapeptídeo (Metabólito I), tripeptídeos (Metabólitos II e III) e um dipeptídeo (Metabólito IV). Esses fragmentos podem ser metabolizados posteriormente. As concentrações plasmáticas do principal metabólito (M-I), avaliadas em cinco pacientes com câncer de próstata que receberam acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito, atingiram a concentração máxima em duas a seis horas depois da administração e foram aproximadamente 6% da concentração de pico da substância-mãe. Uma semana depois da administração, as concentrações plasmáticas médias de M-I foram aproximadamente 20% das concentrações médias do acetato de leuprorrelina.

Eliminação - Após a administração de 3,75 mg do acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito a três pacientes, menos de 5% da dose administrada foi recuperada sob a forma de substância-mãe e metabólito M-I na urina em 27 dias.

Populações especiais - A farmacocinética de acetato de leuprorrelina não foi determinada em pacientes com insuficiência hepática ou insuficiência renal.

Resultados de eficácia

Neoplasia da próstata


Lorelin Depot é destinado ao tratamento paliativo da neoplasia avançada da próstata, oferecendo uma alternativa ao tratamento quando a orquiectomia ou estrogenoterapia não forem indicadas ou aceitáveis para o paciente. Nos estudos clínicos realizados, a segurança e eficácia de acetato de leuprorrelina não diferem daquelas obtidas com o uso diário da injeção subcutânea.

Fibroma uterino
Lorelin Depot é destinado ao tratamento do leiomioma uterino (fibroma uterino) por um período de seis meses. A terapêutica pode ser pré-operatória, antes da miomectomia ou histerectomia ou pode proporcionar alívio sintomático, no período perimenopáusico, para a mulher que não deseja submeter-se à cirurgia.

Endometriose
Lorelin Depot é destinado ao tratamento da endometriose por um período de seis meses. Pode ser utilizado em monoterapia (terapêutica isolada) ou como adjuvante ao tratamento cirúrgico.

Puberdade precoce
Lorelin Depot é destinado ao tratamento de crianças com puberdade precoce central.

Armazenagem

Lorelin Depot e a respectiva ampola diluente devem ser armazenados em temperatura ambiente inferior a 25°C e protegidos da luz. Não congelar. Manter o produto na embalagem até seu uso.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após a reconstituição, a suspensão deve ser descartada se não for usada imediatamente ou se houver sobras no frasco, visto que o produto não contém conservantes.

Após preparo (reconstituição) o produto deve ser utilizado imediatamente.

Características físicas e organolépticas
Lorelin Depot é apresentado em microesferas liofilizadas (pó) de coloração branca.
Após a diluição, Lorelin Depot apresenta-se como uma suspensão que em repouso há formação de sedimento branco que é imediatamente suspenso com agitação.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres legais

MS 1.0646.0166
Farm. Resp.: Geisa Acetto Cavalari - CRF-SP N.º 33.509

Importado e Embalado por:
Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo Ltda.
Rua Rafael de Marco, 43 – Pq. Industrial – Jd. das Oliveiras
Taboão da Serra – SP
CNPJ: 61.282.661/0001-41
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Dongkook Pharmaceutical Co., Ltd.
Gwanghyewon-myeon, Jincheon-gun, Choongcheongbuk-do
Coréia do Sul

Lorelin Depot - Bula para o Paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Lorelin Depot é destinado ao tratamento paliativo de câncer de próstata em estágio avançado, mioma no útero, endometriose e puberdade precoce.



2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O acetato de leuprorrelina, substância ativa do medicamento Lorelin Depot, é um hormônio sintético que age diminuindo a produção do hormônio gonadotrofina pelo corpo. Essa diminuição bloqueia a produção dos ovários e dos testículos. Esse bloqueio deixa de existir se o medicamento for descontinuado. O uso do acetato de leuprorrelina impede o desenvolvimento de alguns tumores dependentes de hormônios (como, por exemplo, alguns tipos de tumores de próstata), e trata outras doenças dependentes de hormônio como mioma uterino e endometriose nas mulheres e puberdade precoce nas crianças.
O medicamento começa a fazer efeito dentro de cerca de 1 mês.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Lorelin Depot não deve ser usado por pessoas que tenham alergia ao acetato de leuprorrelina, ou a outros medicamentos parecidos, ou a qualquer outro componente do medicamento.
Lorelin Depot não deve ser usado por mulheres grávidas ou que possam engravidar durante o tratamento.
Lorelin Depot não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal de causa desconhecida.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Pode acontecer piora dos sintomas durante os primeiros dias de tratamento, mas que desaparecem com a continuidade do tratamento, em doses adequadas. Na presença de metástases ósseas na coluna vertebral, essa piora dos sintomas pode contribuir para paralisias, com ou sem complicações fatais.

Densidade mineral óssea
Podem ocorrer alterações da densidade mineral óssea (perda da massa óssea) em mulheres e em homens com câncer de próstata em tratamento prolongado. Não há estudos em homens quanto a reversibilidade da perda de massa óssea após a retirada do acetato de leuprorrelina. Em mulheres, a perda de massa óssea pode ser reversível após a suspensão do tratamento com acetato de leuprorrelina.

Convulsões
Foi observado convulsão em pacientes durante o tratamento com acetato de leuprorrelina. Entre os pacientes estão mulheres, população pediátrica, pacientes com histórico de crises convulsivas, epilepsia, distúrbios cerebrovasculares, anomalias do sistema nervoso central ou tumores, e em pacientes que utilizaram medicamentos concomitantes que são associados com convulsões como bupropiona e inibidores da recaptação de serotonina. Convulsões também foram relatadas em pacientes fora das condições mencionadas acima.

Câncer de próstata


Inicialmente, o acetato de leuprorrelina, como qualquer agonista LH-RH, causa aumento de aproximadamente 50% nos níveis séricos de testosterona durante a primeira semana de tratamento. Ocasionalmente pode-sedesenvolver breve piora dos sintomas, ou maior ocorrência de sinais e sintomas do câncer de próstata durante as primeiras semanas de tratamento com acetato de leuprorrelina em suspensão de depósito (Lorelin Depot). Um pequeno número de pacientes pode experimentar um aumento temporário de dor nos ossos, que pode ser controlado sintomaticamente. Pessoas nas quais o tumor atingiu os ossos da coluna (vértebras) e/ou que não conseguem urinar devido à obstrução pelo tumor, devem ficar mais atentas nas primeiras semanas do tratamento e avisar o médico o mais rápido possível se perceberem piora ou surgimento de alguma outra reação desagradável.
Hiperglicemia (alta concentração de glicose no sangue) e um aumento do risco de desenvolvimento de diabetes foi reportado em homens recebendo agonistas do LH-RH. Hiperglicemia pode representar o desenvolvimento de diabetes mellitus ou o agravamento do controle da glicemia (glicose no sangue) em pacientes com diabetes. O médico deve realizar monitoramento periódico da glicose sanguínea e/ou hemoglobina glicosilada (HbA1c) em pacientes recebendo agonistas do LH-RH e controlados de acordo com as práticas atuais para o tratamento de hiperglicemia ou diabetes.
Aumento do risco de desenvolvimento de infarto do miocárdio (músculo do coração), morte súbita cardíaca e acidente vascular cerebral associados com o uso de agonistas do LH-RH tem sido relatados em homens. O risco é relativamente baixo baseados nas probabilidades e razões reportadas e, deve ser avaliado cuidadosamente pelo médico ao determinar o tratamento de pacientes com câncer de próstata, juntamente com os fatores de risco cardiovascular. Pacientes recebendo agonistas de LH-RH devem ser monitorados sobre sinais e sintomas sugestivos para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e devem ser controlados pelo médico.

Efeitos no eletrocardiograma
Os médicos devem avaliar o risco benefício antes de iniciar a administração do acetato de leuprorrelina em pacientes com histórico ou fator de risco para alterações no eletrocardiograma e pacientes que fazem uso concomitante de medicamentos que podem resultar nesta alteração. O uso concomitante de medicamentos antiarrítmicos de Classe IA (quinidina, disopiramida) ou Classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxiloxacina, antipsicóticos ou medicamentos que podem provocar alterações no eletrocardiograma, deve ser cuidadosamente avaliado.

Exames laboratoriais
Na maioria dos pacientes os níveis de testosterona se elevam acima dos valores normais na primeira semana de tratamento, retornando a esses valores ou abaixo deles no final da segunda semana.



Endometriose/mioma no útero
Acetato de leuprorrelina não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal de causa desconhecida.

Puberdade precoce
Se o tratamento não for feito corretamente ou as doses forem erradas, o medicamento pode não controlar a puberdade precoce da criança. A falta de controle da doença faz com que os sinais de puberdade voltem, tais como, menstruação, desenvolvimento das mamas e crescimento dos testículos e, no futuro, podem causar problemas na estatura adulta.

Cuidados e advertências para populações especiais
Uso em idosos - não há recomendações especiais para esta faixa etária.

Uso na gravidez - este medicamento é contraindicado a mulheres grávidas ou que possam engravidar durante o tratamento. Antes de iniciar o tratamento, recomenda-se verificar se a paciente não está grávida. Lorelin Depot não é um contraceptivo.
Se a contracepção for necessária, deve ser utilizado um método contraceptivo não hormonal. Existe a possibilidade da ocorrência de aborto espontâneo se a medicação for administrada durante a gravidez. Se uma paciente engravidar durante o tratamento, a medicação deverá ser descontinuada.

Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
Uso na lactação - não se sabe se o acetato de leuprorrelina passa para o leite materno. Logo, Lorelin Depot não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Interações medicamentosas
Não foram realizados estudos, no entanto, não são esperadas reações com outros medicamentos ou com alimentos.
No caso da indicação deste medicamento no tratamento do câncer de próstata, vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Câncer de Próstata”.
Os exames que medem a quantidade dos hormônios no sangue das mulheres somente voltam ao normal depois de 3 meses da descontinuação do medicamento.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Lorelin Depot deve ser armazenado em temperatura ambiente inferior a 25°C e protegido da luz. Não congelar. Manter o produto na embalagem até seu uso.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.



Após a reconstituição, a suspensão, deve ser descartada se não for usada imediatamente ou se houver sobras no frasco, visto que o produto não contém conservantes.

Após preparo (reconstituição) o produto deve ser utilizado imediatamente.

Características físicas e organolépticas
Lorelin Depot é apresentado em microesferas liofilizadas (pó) de coloração branca e livre de grumos.
Após a diluição, Lorelin Depot apresenta-se como uma suspensão que em repouso há formação de sedimento branco que é imediatamente re-suspenso com agitação.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Lorelin Depot não terá ação se tomados por via oral.
Lorelin Depot deve ser administrados por via intramuscular.
Seguindo a mesma orientação para outras drogas injetáveis, os locais de aplicação devem ser variados periodicamente.

Preparação para administração
Lorelin Depot 3,75 mg é apresentado em microsferas liofilizadas, devendo ser previamente reconstituído por meio de adição de diluente para administração mensal através de dose única intramuscular.
Lorelin Depot deve ser reconstituído antes da aplicação, colocando-se diluente no frasco. Após colocar o líquido diluente dentro do frasco com o pó, o medicamento deve ser aplicado imediatamente. Depois de usada a dose recomendada pelo médico, a quantidade de líquido que sobrar no frasco deve ser jogada fora, pois o produto não contém conservantes.
As recomendações para a reconstituição de Lorelin Depot são as seguintes:
1.Usando uma seringa com uma das agulhas disponíveis na embalagem, retirar 2 mL de diluente da ampola (qualquer quantidade que sobrar do diluente deve ser descartada) que acompanha o produto.
2.Após retirar a tampa externa de proteção do frasco, injetar o diluente dentro do mesmo, usando técnica asséptica.
3.Agitar bem o frasco até que as microesferas (partículas) e o diluente formem uma suspensão uniforme, que pode ter uma aparência leitosa.
4.Imediatamente após a reconstituição da suspensão, retirar o conteúdo total do frasco através da mesma seringa e agulha. Limpar o local da pele onde vai ser feita a injeção com algodão umedecido com álcool. Trocar a agulha (usar a segunda agulha incluída na embalagem), introduzir a agulha através da pele e injetar o medicamento por via intramuscular. Após injetar o medicamento, retirar a agulha e usar outro algodão com álcool e passar suavemente sobre o local onde foi feita a injeção.



**IMPORTANTE: AMPOLA DILUENTE COM PONTO DE CORTE (VEJA AS INSTRUÇÕES ABAIXO).**
A ampola traz na parte superior um ponto de corte.
Este ponto deve estar voltado para o manipulador.
Forçar a junção no sentido contrário.
Ela se romperá abrindo a ampola.

NENHUM OUTRO DILUENTE DEVE SER UTILIZADO PARA A RECONSTITUIÇÃO DESTE MEDICAMENTO.
Usar cada seringa somente uma vez. Cuidado ao descartá-la. As agulhas jogadas sem proteção no lixo podem ferir acidentalmente as pessoas. Nunca deixar seringas, agulhas ou medicamentos ao alcance das crianças.
NOTA: sangue aspirado pode ser visto, logo no início da seringa se um vaso sanguíneo é penetrado acidentalmente. Se estiver presente, o sangue pode ser visto no eixo da agulha.

Posologia
Lorelin Depot deve ser administrado sob supervisão do médico. A posologia recomendada de Lorelin Depot 3,75 mg é de uma injeção de dose única intramuscular mensalmente. A posologia recomendada de Lorelin Depot é:

Câncer de próstata: Lorelin Depot está indicado no tratamento do câncer de próstata em estágio avançado pelo tempo determinado pelo médico.

Mioma no útero: Lorelin Depot está indicado no tratamento do leiomioma uterino (fibroma uterino) por um período de seis meses.

Endometriose: Lorelin Depot está indicado no tratamento de endometriose por um período de seis meses.

Puberdade precoce - A dose de Lorelin Depot deve ser individualizada pelo médico para cada criança. A dose está baseada na proporção de mg de leuprorrelina por kg de peso corporal (mg/kg). Crianças mais jovens requerem maiores doses de acordo com a proporção mg/kg.
Pode haver diferentes regimes de dosagem para a Puberdade Precoce Central, mas o tratamento só deve iniciar com a menor dose possível. A dose inicial recomendada é de 0,3 mg/kg a cada 4 semanas (mínimo de 7,5 mg) administrada em dose única por via intramuscular. A dose inicial pode ser determinada pelo peso corporal da criança como indicado na tabela abaixo:

Peso corporalDose inicialNúmero de injeções
Peso menor que 25,0 kg7,50mg2 (de 3,75 mg)
Peso entre 25,0 e 37,5 kg11,25mg3 (de 3,75 mg)
Peso maior que 37,5 kg15,00mg4 (de 3,75 mg)




Quando duas ou mais injeções são necessárias para atingir a dose total, estas devem ser administradas no mesmo momento.

Dose de manutenção - a primeira dose encontrada pode resultar em adequada supressão hormonal e provavelmente poderá ser mantida na maioria das crianças durante todo o tratamento. No entanto, não há dados suficientes para orientação do ajuste posológico de pacientes que aumentam de faixa de peso após o início da terapia em idade muito jovem e de baixa dosagem. Recomenda-se que a supressão hormonal adequada seja verificada em tais pacientes cujo peso aumentou significativamente durante a terapia.
Se a supressão clínica e hormonal adequada não for alcançada, a dose deve ser aumentada para 11,25 mg ou 15 mg na próxima injeção mensal até que a supressão adequada seja alcançada. Esta dose efetiva será considerada a dose de manutenção.
Em um estudo, uma única dose de acetato de leuprorrelina 3,75 mg foi administrada por via intramuscular em voluntárias saudáveis do sexo feminino. A absorção foi caracterizada por um aumento inicial da concentração plasmática, com pico de concentração após 04 horas variando entre 4,6 a 10,2 ng/mL. No entanto, acetato de leuprorrelina e seu metabólito inativo não puderam ser distinguidos através do método utilizado neste estudo. Após um aumento inicial, as concentrações de leuprorrelina alcançaram um platô após 02 dias da administração e esta concentração se manteve relativamente estável por cerca de 04 a 05 semanas, com concentrações plasmáticas de cerca de 0,30 ng/mL.
Como a administração do medicamento é mensal, o limite máximo diário de administração não é aplicável.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em caso de esquecimento de dose, entre em contato com o seu médico que lhe orientará como proceder em caso de esquecimento de dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas a seguir estão associadas com a ação farmacológica do acetato de leuprorrelina na esteroidogênese, a frequência dessas reações é desconhecida:

Homens
Neoplasia benigna, malígna ou inespecífica (incluindo cistos e pólipos): aumento do tumor da próstata, piora do câncer de próstata.


Alterações do metabolismo e nutrição: ganho e perda de peso.
Alterações psiquiátricas: perda ou diminuição da libido (desejo sexual), aumento da libido (desejo sexual), aumento da libido (desejo sexual).
Alterações do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça), fraqueza muscular.
Alterações vasculares: vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), fogachos (ondas de calor), hipotensão (pressão baixa), hipotensão postural (pressão baixa ao se levantar).
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: pele seca, hiperidrose (transpiração aumentada), rash (vermelhidão da pele), urticária (alergia de pele), crescimento anormal de pelos, alteração do cabelo, suores noturnos, hipotricose (queda de pelos), alterações na pigmentação da pele, suor frio, hirsutismo (crescimento excessivo de pelos).
Alterações do sistema reprodutor: ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), mastalgia (dor nas mamas), disfunção erétil (dificuldade de manter ou ter ereção), dor testicular, aumento das mamas, dor nas mamas, dor na próstata, inchaço do pênis, alterações no pênis, atrofia testicular (diminuição dos testículos).
Alterações gerais e no local da aplicação: ressecamento das mucosas.
Alterações investigacionais: aumento do PSA, diminuição da densidade óssea.
Longa exposição (6 a 12 meses): diabetes mellitus, tolerância à glicose prejudicada, aumento do colesterol total, aumento do LDL, aumento do triglicérides, osteoporose.
Mulheres
Alterações do metabolismo e nutrição: ganho e perda de peso.
Alterações psiquiátricas: perda ou diminuição da libido (desejo sexual), aumento da libido (desejo sexual), efeitos na labilidade emocional (humor instável).
Alterações do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça).
Alterações vasculares: vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), fogachos (ondas de calor), hipotensão (pressão baixa).
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: acne (espinhas), seborreia (aumento da oleosidade do couro cabeludo), pele seca, urticária (alergia de pele), odor anormal na pele, hiperidrose (transpiração aumentada), crescimento anormal dos pelos, hirsutismo (crescimento excessivo de pelos), alterações capilares, eczema (descamação e vermelhidão da pele), alterações nas unhas, suores noturnos.
Alterações do sistema reprodutor: hemorragia vaginal, dismenorreia (cólica menstrual), alterações na menstruação, aumento das mamas, ingurgitamento mamário (leite empedrado), atrofia mamária (redução das mamas), corrimento genital, corrimento vaginal, galactorreia (produção de leite fora do período pós-parto ou de lactação), dor mamária, metrorragia (sangramento do útero), sintomas da menopausa, dispareunia (sensação de dor durante o ato sexual), alterações uterinas, vulvovaginites (inflamação dos tecidos da vagina), menorragia (menstruação anormal longa e intensa).
Alterações gerais e no local da aplicação: sensação de calor e irritabilidade. Alterações investigacionais: diminuição da densidade óssea.
Longa exposição (6 a 12 meses): diabetes mellitus, tolerância à glicose prejudicada, aumento do colesterol total, aumento do LDL, aumento do triglicérides, osteoporose.



Crianças
Alterações psiquiátricas: efeitos na labilidade emocional (instabilidade do humor).
Alterações do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça).
Alterações vasculares: vasodilatação (dilatação dos vasos saguíneos).
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: acne (espinhas), seborreia (aumento da oleosidade do couro cabeludo), rash incluindo eritema multiforme (vermelhidão na pele).
Alterações do sistema reprodutor: hemorragia vaginal, corrimento vaginal, vulvovaginites (inflamação dos tecidos da vagina).
Alterações gerais e no local da aplicação: dor, reações no local da injeção incluindo abscessos.

Homens
Câncer de próstata - Na maioria dos pacientes, os níveis de testosterona aumentaram acima dos valores normais durante a primeira semana, diminuindo depois disso a níveis normais ou inferiores, no final da segunda semana de tratamento.
As reações adversas estão distribuídas por sistema e por frequência muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) em estudos clínicos. Como o acetato de leuprorrelina apresenta múltiplas indicações, e logo, populações de pacientes, algumas das reações adversas de pós comercialização podem não ser aplicadas para todos os pacientes.
Para a maioria das reações adversas, a relação causa e efeito não foi estabelecida.

Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) Alterações no metabolismo e nutrição: aumento de peso anormal.
Alterações psiquiátricas: diminuição da libido (desejo sexual).
Alterações vasculares: fogachos (ondas de calor), vasodilatação (dilatação dos vasos saguíneos).
Alterações de pele e tecido subcutâneo: hiperidrose (suor excessivo). Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: dor nos ossos. Alterações renais e urinárias: noctúria (urina noturna).
Alterações do sistema reprodutor: disfunção erétil (dificuldade de manter ou ter ereção), distúrbios testiculares.
Alterações gerais e no local da administração: fadiga, reação no local da injeção.
Alterações investigacionais: aumento da desidrogenase lática no sangue.
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) Infecções e infestações: bronquite, infecção no trato urinário.
Alterações no sangue e sistema linfático: anemia.
Alterações no metabolismo e nutrição: anorexia (perda do apetite), perda de peso anormal. Alterações psiquiátricas: insônia, depressão, diminuição da libido (desejo sexual).
Alterações no sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça), parestesia (sensações cutâneas subjetivas). Alterações vasculares: linfoedema (inchaço), hipertensão (pressão alta), tromboflebite (inflamação e obstrução das veias).


Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino: dispneia (falta de ar), asma
Alterações gastrintestinais: constipação (prisão de ventre), náusea, vômito, diarreia.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: prurido (coceira), hiperidrose (transpiração aumentada).
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, fraqueza muscular, dor nas extremidades.
Alterações renais e urinárias: disúria (desconforto ou dor ao urinar), hematúria (sangue na urina).
Alterações do sistema reprodutor: ginecomastia (aumento das mamas nos homens), disfunção erétil (dificuldade de manter ou ter ereção), atrofia testicular (redução dos testículos).
Alterações gerais e no local da aplicação: dor, edema (inchaço) periférico, astenia (fraqueza), edema (inchaço), massa e dor no local de aplicação, sintomas de gripe, fadiga.
Investigações: hiperfosfatemia (aumento de fosfato no sangue), aumento da desidrogenase láctica, aumento do PSA, aumento do ALT, aumento do AST, aumento do GGT, alterações no eletrocardiograma.
Reações incomuns (ocorre enter 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções e infestações: infecção cística (da bexiga), infecção viral, candidíase, sepsis (infecção generalizada), rinite (inflamação nasal), infecção fúngica de pele.
Neoplasia benigna, maligna ou inespecífica (incluindo cistos e pólipos): pseudolinfoma (alteração benigna do sistema linfático), neoplasmas (câncer).
Alterações no sangue e sistema linfático: eosinofilia (aumento das células eosinófilos no exame de sangue).
Alterações no sistema imunológico: hipersensibilidade (alergia).
Alterações no metabolismo e nutrição: hiperglicemia (aumento de açúcar no sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), desidratação, aumento de peso anormal.
Alterações psiquiátricas: insônia, distúrbios do sono e depressão.
Alterações no sistema nervoso: tontura, sonolência, tremor, crises convulsivas parciais simples (tipo de crise convulsiva), parestesia (sensações cutâneas subjetivas).
Alterações visuais: ambliopia (olho vago).
Alterações auditivas: dor no ouvido, zumbido.
Alterações cardíacas: angina pectoris (dor no coração), insuficiência cardíaca (redução da função do coração), bradicardia (redução do ritmo do coração), bloqueio atrioventricular (tipo de arritmia), arritmia (alteração do ritmo do coração) extrasístoles ventriculares (alteração do ritmo do coração).
Alterações vasculares: aneurisma (dilatação de um vaso), colapso circulatório (perda da capacidade de circulação do sangue), hematoma, rubor, angiopatia (doença dos vasos sanguíneos), hipertensão (pressão alta), circulação periférica pobre.
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino: tosse, doença pulmonar obstrutiva crônica (doença degenerativa crônica dos pulmões), epistaxe (sangramento nasal), hemoptise (tosse com sangue), enfisema.
Alterações gastrintestinais: gastrite.
Alterações hepatobiliares: hepatite colestática (inflamação do fígado), lesão hepatocelular (lesão do fígado). Alterações de pele e tecidos subcutâneos: alopecia (queda de cabelo), rash (vermelhidão na pele), pele seca, rash maculo-papular, alterações nos pelos, suores noturnos.


Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: mialgia (dor muscular), espasmos musculares (contrações musculares), dor nos ossos, fraqueza muscular, dor nas extremidades.
Alterações renais e urinárias: incontinência urinária (perda do controle da urina), polaciúria (aumento do número de micções), retenção urinária (dificuldade de urinar e esvaziar a bexiga), distúrbios da micção, disúria (dificuldade para urinar), hematúria (sangue na urina), poliúria (aumento do volume de urina).
Alterações do sistema reprodutor: ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), aumento das mamas. Alterações gerais e no local da aplicação: dor no peito, edema gravitacional (edema dos membros), ressecamento da mucosa, mal estar, perturbação da marcha (alteração no andar), astenia (fraqueza), inflamação no local da injeção, eritema no local da injeção, irritação no local da injeção e calafrios.
Investigações: aumento da faixa de sedimentação das hemácias, aumento da testosterona no sangue, diminuição da hemoglobina, aumento da ureia no sangue, aumento do ácido úrico, aumento do cálcio no sangue, aumento da ALT, aumento da gamaglutamiltransferase, diminuição da contagem de plaquetas, presença de proteína na urina, aumento da contagem de glóbulos brancos, aumento da contagem de reticulócitos.
Lesões, envenenamentos e complicações processuais: fratura, lesões na cabeça, queda, oclusão de dispositivo.
Procedimentos médicos e cirúrgicos: excisão (remoção cirúrgica) do tumor, ressecção transuretral da bexiga, litotripsia (quebra de pedras nos rins por ondas de choque).

Mulheres
As reações adversas estão distribuídas por sistema e por frequência muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) em estudos clínicos para o tratamento de endometriose e fibroma uterino.
Como o acetato de leuprorrelina apresenta múltiplas indicações, e logo, populações de pacientes, algumas das reações adversas de pós comercialização podem não ser aplicadas para todos os pacientes. Para a maioria dos reações adversas, a relação causa e efeito não foi estabelecida.
Casos de tromboembolismo arterial e venoso graves foram reportados, incluindo trombose venosa profunda, embolia pulmonar, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e ataque isquêmico transitório. Apesar da relação temporal reportada em alguns casos, a maioria foi confundida por fatores de risco ou uso de medicamentos concomitantes.
Desconhece-se a existência de uma associação causal entre o uso de agonista de LH-RH e estes eventos.

Alterações na Densidade Óssea - Em pacientes com endometriose, a densidade óssea vertebral medida diminuiu em média 3,9% em seis meses em comparação com os valores no pré-tratamento. Para estes pacientes que foram testados com 6 ou 12 meses após a descontinuação do tratamento, a média de densidade óssea retornou para 2% com os valores de pré-tratamento. Quando acetato de leuprorrelina 3,75 mg foi administrado por 3 meses em pacientes com fibroma uterino (mioma), a densidade óssea vertebral trabecular revelou uma diminuição média de 2,7% em comparação com os valores basais. Seis meses após a descontinuação do tratamento, uma tendência para a recuperação foi observada.



Endometriose
Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) Alterações no metabolismo e nutrição: aumento de peso anormal.
Alterações psiquiátricas: labilidade emocional afetada (instabilidade de humor), nervosismo, diminuição da libido (desejo sexual), insônia, depressão, nervosismo/ansiedade.
Alterações no sistema nervoso: tontura, cefaleia (dor de cabeça). Alterações vasculares: vasodilatação (dilatação dos vasos saguíneos).
Alterações gastrintestinais: náusea.
Alterações de pele e tecido subcutâneo: acne (espinhas).
Alterações no sistema reprodutor: vaginites (inflamação dos tecidos da vagina).
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Alterações no metabolismo e nutrição: hipercolesterolemia (nível alto de colesterol no sangue), perda de peso anormal.
Alterações psiquiátricas: depressão maior, ansiedade, estado confusional, hostilidade (agressividade). Alterações no sistema nervoso: parestesia (sensações cutâneas subjetivas), enxaqueca (dor de cabeça), hipertonia (aumento anormal do tónus muscular).
Alterações visuais: falha na visão, ambliopia (olho vago).
Alterações auditivas e do labirinto: vertigem. Alterações cardíacas: palpitações.
Alterações gastrintestinais: constipação (prisão de ventre), náusea e vômito, diarreia, boca seca, dor abdominal.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: alopecia (queda de cabelo), equimose (hematoma), seborreia (aumento da oleosidade do couro cabeludo), rash (vermelhidão da pele), pele seca, hiperidrose (transpiração aumentada), hirsutismo (crescimento excessivo de pelos).
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: artropatia (lesão articular), artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, rigidez da nuca, dor no pescoço.
Alterações renais e urinárias: disúria (dificuldade para urinar).
Alterações do sistema reprodutor: atrofia mamária, corrimento genital, dor nas mamas, dor pélvica. Alterações gerais e no local da aplicação: astenia (fraqueza), dor, dor peitoral, edema (inchaço), edema periférico, dor no local da injeção, calafrios, sede.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções e infestações: infecção, pielonefrite (infecção do trato urinário), furunculose (aparecimento de furúnculos).
Alterações no metabolismo e nutrição: anorexia (perda de apetite), aumento do apetite.
Alterações psiquiátricas: distúrbios da personalidade, delírio, pensamentos anormais, temperamento eufórico, apatia.
Alterações no sistema nervoso: sonolência, amnésia (perda da memória), síncope (desmaio), ataxia (perda de coordenação dos movimentos).
Alterações visuais: distúrbios visuais, dor ocular.
Alterações cardíacas: taquicardia (batimento cardíaco acelerado).
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino: epistaxe (sangramento nasal), disfonia (distúrbios da voz).
Alterações gastrintestinais: distensão abdominal, dispepsia (indigestão), flatulência, gastrite, sangramento da gengiva.
Alterações hepatobiliares: amolecimento do fígado.
Alterações de pele e tecido subcutâneo: rash (vermelhidão de pele) maculo-papular, reação de fotossensibilidade (reação à luz do sol), alterações do cabelo.


Alterações músculoesqueléticas e do tecido conectivo: mialgia (dor muscular), artrite (inflamação articular). Alterações renais e urinárias - incontinência urinária (perda do controle da urina), polaciúria (aumento da frequência no número de micções).
Alterações no sistema reprodutor: aumento das mamas, ingurgitamento mamário (leite empedrado), galactorréia (produção de leite fora do período pós-parto ou de lactação).
Alterações gerais e no local da aplicação: edema (inchaço) facial, edema generalizado, reação, massa e hipersensibilidade (alergia) no local da injeção.
Fibroma uterino (mioma)
Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) Alterações no sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça).
Alterações vasculares: vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos).
Alterações no sistema reprodutor: vulvovaginites (inflamação dos tecidos da vagina).
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) Alterações no metabolismo e nutrição: ganho ou perda de peso anormal.
Alterações psiquiátricas: labilidade emocional (instabilidade do humor), nervosismo, diminuição da libido (desejo sexual), insônia, depressão.
Alterações no sistema nervoso: tontura, parestesia (alteração da sensibilidade das extremidades), hipertonia (aumento anormal do tónus muscular).
Alterações gastrintestinais: náusea, diarreia, flatulência, dor abdominal.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: rash (vermelhidão da pele), pele seca, hiperidrose (transpiração aumentada).
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: artropatia (lesão das articulações), artralgia (dor nas articulações), dor nas costas.
Alterações do sistema reprodutor: dor nas mamas.
Alterações gerais e no local da aplicação: dor, edema (inchaço) periférico, astenia (fraqueza), dor no local da injeção, calafrios.
Investigações: teste de função do fígado anormal.
Reações adversas incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) Infecções e infestações: rinite (rinite nasal), candidíase vulvovaginal (infecção por candida), gripe.
Alterações no metabolismo e nutrição: aumento do apetite. Alterações psiquiátricas: ansiedade.
Alterações no sistema nervoso: disgeusia (distorção ou diminuição do paladar), enxaqueca (dor de cabeça). Alterações visuais: conjuntivite (inflamação dos olhos).
Alterações cardíacas: taquicardia (aumento da frequência dos batimentos cartíacos). Alterações gastrintestinais: constipação (prisão de ventre), náusea e vômito, boca seca.
Alterações de pele e tecidos subcutâneos: odor anormal da pele, hirsutismo (crescimento excessivo de pelos), alteração nas unhas, descoloração da pele e dermatite bolhosa (inflamação da pele com bolhas).
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: mialgia (dor muscular).
Alterações do sistema reprodutor: distúrbios menstruais, dor pélvica, metrorragia (sangramento do útero), menorragia (menstruação anormal longa e intensa).


Alterações gerais e no local da aplicação: dor no peito, edema (inchaço), massa no local da injeção, agravamento das condições do paciente.
Investigações: testes laboratoriais anormais.
Puberdade Precoce Crianças
As reações adversas estão distribuídas por sistema e por frequência muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) em estudos clínicos para o tratamento de puberdade precoce.
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) Alterações no metabolismo e nutrição: retardo no crescimento, ganho de peso anormal.
Alterações psiquiátricas: labilidade emocional afetada (instabilidade do humor), alterações de humor.
Alterações no sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça).
Alterações vasculares: vasodilatação (dilatação dos vasos saguíneos).
Alterações de pele e tecido subcutâneo: acne, rash (vermelhidão), odor anormal da pele.
Alterações no sistema reprodutor: ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), vulvovaginite (inflamação dos tecidos da vagina).
Alterações gerais e no local da aplicação: dor, reação no local da injeção, aumento de peso.
Reações incomuns (ocorre enter 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções e infestações: infecção, rinite (inflamação nasal), gripe, faringite (inflamação na garganta), sinusite (inflamação dos seios nasais).
Neoplasia benigna, malígna ou inespecífica (incluindo cistos e pólipos): câncer cervical (colo uterino). Alterações no sistema imunológico: hipersensibilidade (alergia).
Alterações endócrinas: puberdade precoce, aumento da tireóide.
Alterações no metabolismo e nutrição: aumento do apetite. Alterações psiquiátricas: nervosismo, depressão.
Alterações no sistema nervoso: sonolência, síncope (desmaio), hipercinesia (movimentos exagerados). Alterações cardíacas: bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).
Alterações vasculares: hipertensão (pressão alta), distúrbios vasculares periféricos.
Alterações no sistema respiratório, torácico e no mediastino: epistaxe (sangramento nasal), asma.
Alterações gastrintestinais: constipação (prisão de ventre), náuseas e vômitos, disfagia (dificuldade de deglutição), gengivite (inflamação das gengivas), dispepsia (indigestão).
Alterações na pele e tecido subcutâneo: alopecia (perda de cabelos), hirsutismo (crescimento excessivo de pelos), alterações nos pelos, alterações nas unhas, leucoderma (perda localizada da pigmentação da pele), hipertrofia da pele, púrpura.
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: mialgia (dor muscular), artropatia (lesão articular), miopatia (doenças musculares), artralgia (dor nas articulações).
Alterações renais e urinárias: incontinência urinária.
Alterações no sistema reprodutor: hemorragia vaginal, distúrbios cervicais, dismenorreia (cólica menstrual), alterações menstruais, aumento das mamas, corrimento vaginal, dor nas mamas, feminilização adquirida. Alterações gerais e no local da aplicação: edema (inchaço) periférico, pirexia (febre), hipertrofia, agravamento das condições do paciente.


Investigações: anticorpo antinuclear positivo, aumento da velocidade de sedimentação das hemácias.
Farmacovigilância pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram observadas com esta ou outras formulações de acetato de leuprorrelina injetável durante o período de comercialização do produto. Para sua maioria, a relação causa-efeito não foi estabelecida. Algumas dessas reações adversas podem não ser aplicáveis a todos o pacientes. As reações foram reportadas voluntariamente de uma população de taxa de exposição desconhecida. Por isso não é possível estimar a verdadeira incidência das reações adversas e sua frequência é desconhecida. As reações foram relatadas por homens, mulheres e crianças.
Infecções e infestações: infecção, infecção no trato urinário, faringite (inflamação da faringe), pneumonia.
Neoplasmas benignos, malignos ou inespecíficos: carcinoma de pele (câncer de pele). Alterações hemolinfáticas: anemia.
Alterações no sistema imunológico: reação anafilática (reação alérgica grave).
Alterações endócrinas: aumento da tireoide e apoplexia hipofisária (hemorragia súbita e severa na hipófise resultando em prejuízo permanente de sua função).
Alterações no metabolismo e nutrição: diabetes mellitus, aumento do apetite, hipoglicemia (diminuição das concentrações de glicose no sangue), hipoproteinemia (diminuição da concentração de proteínas no sangue), desidratação, hiperlipidemia (aumento da concentração de gorduras no sangue), hiperfosfatemia (aumento da concentração de fosfato no sangue).
Alterações psiquiátricas: alteração do humor, nervosismo, aumento da libido (desejo sexual), insônia, alterações do sono, depressão, ansiedade, alucinação, ideia suicída, tentativa de suicídio.
Alterações neurológicas: tontura, cefaleia (dor de cabeça), parestesia (sensações cutâneas subjetivas), letargia (perda temporária e completa da sensibilidade), transtorno de memória, disgeusia (distorção ou diminuição do senso do paladar), hipoestesia (perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região), síncope (desmaio), neuropatia periférica, acidente vascular cerebral (derrame), perda da consciência, crise isquêmica transitória, paralisia, neuromiopatia, convulsão.
Alterações visuais: visão embaçada, distúrbios visuais, visão anormal, ambliopia (olho vago), olhos secos.
Alterações no ouvido e labirinto: zumbido, distúrbios de audição.
Alterações cardíacas: insuficiência cardíaca congestiva (perda da capacidade do coração de bombear sangue com eficiência), arritmia (alteração do ritmo cardíaco), infarto do miocárdio, angina pectoris (dor no peito), taquicardia (aumento da frequência cardíaca), bradicardia (baixa frequência cardíaca), morte súbita cardíaca, sopros cardíacos.
Alterações vasculares: linfoedema (inchaço), hipertensão (pressão alta), flebite (inflamação nas veias), trombose (obstrução das veias), hipotensão (pressão baixa), veias varicosas (varizes), fogachos (ondas de calor), rubor (vermelhidão).
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino: atrito pleural, fibrose pulmonar (substituição do tecido pulmonar normal por um tecido de cicatrização), epistaxe (sangramento nasal), dispnéia (falta de ar), tosse, efusão pleural, infiltração pulmonar (alteração pulmonar característica ao exame de radiografia), distúrbios respiratórios, congestão sinusal (congestão nasal e dos seios da face), embolia pulmonar (obstrução dos vasos pulmonares), hemoptise (tosse com sangue), doença intersticial pulmonar (inflamação dos tecidos mais profundos do pulmão).


Alterações gastrintestinais: constipação (prisão de ventre), náusea, vômito, hemorragia gastrintestinal, distensão abdominal, dor abdominal, diarréia, disfagia (dificuldade de deglutir), boca seca, úlcera duodenal, distúrbios gastrintestinais, úlcera péptica, pólipo retal.
Alterações hepatobiliares: função hepática (do fígado) anormal, lesão grave do fígado, icterícia (coloração amarelada na pele, mucosas e olhos).
Alterações na pele e tecido subcutâneo: alopecia (queda de cabelo), equimose (manchas roxas), rash (vermelhidão), pele seca, reação de fotossensibilidade (sensibilidade a exposição solar), urticária (coceira, vermelhidão e inchaço), dermatite (inflamação da pele), crescimento anormal dos pelos, prurido (coceira), distúrbios de pigmentação, lesão de pele, hiperidrose (suor excessivo).
Alterações musculoesqueléticas e do tecido conectivo: mialgia (dor muscular), edema (inchaço) ósseo, artropatia (distúrbios articulares), artralgia (dor nas articulações), espondilite anquilosante (doença das articulações sacroilíacas e da coluna lombar), sintomas de tenossinovite (inflamação dos tendões próximo às articulações).
Alterações renais e urinárias: incontinência urinária (perda de controle da urina), polaciúria (aumento da frequência no número de micção), urgência urinária, hematúria (sangue na urina), espasmos da bexiga, distúrbios do trato urinário, obstrução do trato urinário.
Alterações no sistema reprodutivo: ginecomastia (aumento da mama em homens), mastalgia (dor mamária), atrofia testicular (diminuição do tamanho dos testículos), dor testicular, dor nas mamas, alterações testiculares, edema peniano (inchaço no pênis), distúrbios penianos, dor prostática, distúrbios menstruais, hemorragia vaginal.
Alterações gerais e no local da administração: dor, edema (inchaço), dor no peito, astenia (fraqueza muscular), pirexia (febre), reação, inflamação, dor e endurecimento no local da injeção, abcessos estéreis no local da injeção, hematomas no local da injeção, calafrio, nódulo, sede, aumento do peso, inflamação e fibrose pélvica.
Investigações: aumento de ureia, ácido úrico, creatinina ou cálcio no sangue, eletrocardiograma anormal, alterações no ECG/isquemia, anormalidade das provas de função hepática, redução da contagem de plaquetas, hipopotassemia (diminuição dos níveis de potássio no sangue), leucopenia (diminuição de glóbulos brancos no sangue), leucocitose (aumento de glóbulos brancos no sangue), aumento de TP, aumento de TTP, hiperlipemia (aumento da gordura no sangue) (LDL-colesterol e de triglicérides), aumento de bilirrubina.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Não há experiência clínica quanto aos sintomas que caracterizam a superdosagem de acetato de leuprorrelina.
Em casos de superdosagem, isto é, se a pessoa usar grande quantidade desse medicamento, deverá procurar socorro médico o mais rápido possível. Os pacientes deverão ser monitorados cuidadosamente, devendo ser adotadas medidas de suporte e tratamento dos sintomas entre eles: falta de ar, desânimo, irritação no local onde foi aplicada a injeção.



Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Data da bula

09/08/2017

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