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Monocordil

Monocordil - Bula do remédio

Monocordil com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Monocordil têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Monocordil devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Baldacci

Apresentação de Monocordil

compr.: - cx. c/ 20 compr. de 20 e 40mg. Ampola: - cx. c/ 50 amp. de 10 mg. cáps. Retard: - cx. c/ 24 cáps. retard de 50 mg. compr. Sublingual: - cx. c/ 30 compr. de 5mg

Monocordil - Indicações

a) Terapia de ataque e de manutenção da insuficiência coronária b) Tratamento e profilaxia: 1. Angina de esforço (angina secundária ou angina estável ou angina crônica). 2. Angina de repouso (angina primária ou angina instável ou angina de Prinzmetal ou angina vasoespástica). c) Angina pós-infarto. d) Terapia de ataque e manutenção da insuficiência cardíaca aguda ou crônica, em associação aos cardiotônicos, diuréticos e também aos inibidores da enzima conversora. e) Durante a ocorrência de crises de angina, ou em situações que possam desencadeá-las.

Contra-indicações de Monocordil

Nos casos de hipotensão arterial severa e hipersensibilidade à droga. Embora os nitratos não devam ser administrados de rotina no infarto do miocárdio, deve-se reservar seu uso para os casos complicados com insuficiência cardíaca, hipertensão arterial ou dor persistente, onde a sub-oclusão da artéria responsável pelo infarto, espasmo ou lesões críticas em outras artérias permanecem inalterados.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Monocordil

Nas doses habituais os efeitos colaterais são mínimos; como acontece com todos os nitratos, pode ocorrer cefaléia, que tende a desaparecer com a continuidade do tratamento, bem como hipotensão e náusea.

Monocordil - Posologia

Comprimidos: A posologia habitual é de 1/2 a 1 comprimido, 2 a 3 vezes ao dia. Para obtenção do efeito terapêutico máximo, tanto na insuficiência coronária como na insuficiência cardíaca, recomenda-se o início do tratamento com pequenas doses e aumentar progressivamente, de acordo com a resposta terapêutica e a tolerância. Ampolas (Injetável): 1- BOLUS: a) Intravenoso: 20 a 40 mg cada 8 ou 12 horas (média 0,4 mg/kg) b) Intracoronário: 10 a 20 mg 2- INFUSÃO CONTÍNUA: intravenoso: 0,4 mg/kg - diluído em 100 ml de soro fisiológico ou glicosado (correr em 2 a 3 horas cada 8 ou 12 horas). Cápsulas Retard: 1 cápsula ao dia Comprimidos Sublinguais: Colocar um comprimido sob a língua, mantendo-o até completa dissolução (20 seg.). Pode ser repetido a cada 2 a 3 horas.

Monocordil - Informações

Monocordil, Mononitrato de Isossorbida, por possuir uma ação relaxante direta sobre a circulação coronária e circulação venosa, faz com que haja um aumento do fluxo coronário e redução da pré-carga. Ao ocorrer a venodilatação, há uma diminuição do retorno venoso, do volume cardíaco, da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo, com conseqüente diminuição da pré-carga e do consumo de oxigênio. Reduzem-se também a pressão capilar pulmonar e a pressão na artéria pulmonar, sendo este o mecanismo básico da melhora da performance cardíaca. Concomitantemente à ação no sistema venoso, ocorre uma vasodilatação no sistema arterial periférico, induzindo à diminuição da resistência vascular sistêmica, da pressão arterial, da pressão sistólica intraventricular e resistência à ejeção ventricular, fazendo com que ocorra um aumento da fração de ejeção, diminuição da pós-carga e do consumo de oxigênio. Ambos os mecanismos, diminuição da pré-carga e da pós-carga, além de responsáveis pelo efeito favorável do Mononitrato de Isossorbida na insuficiência cardíaca, são também importantes, juntamente com o mecanismo abaixo descrito, para seu efeito antianginoso. Desta forma, no que se refere à insuficiência coronária, é importante se frisar, além dos mecanismos citados, a dilatação do sistema coronário e suas colaterais, com redução da resistência coronária, aumento do fluxo sangüíneo, diminuição da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo, inibição do espasmo, aumento e melhora da distribuição da perfusão a nível subendocárdico, sede mais sensível dos episódios isquêmicos, com conseqüente aumento da oferta de oxigênio. No que se refere à dilatação dos grandes ramos coronários, não se tem um seqüestro sangüíneo, mas uma redistribuição favorável da perfusão, com preferência pela zona isquêmica, por aumento do fluxo colateral. Estudos cinecoronariográficos, com opacificação seletiva dos vasos coronários, antes e após a administração de nitratos, permitiram visualizar o diâmetro do calibre das artérias e seu melhor enchimento, tanto em vasos normais como em pacientes com aterosclerose.

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