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Eletrocardiograma 41

Autores:

Fernando de Paula Machado

Médico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Residência em Clínica Médica no Hospital das Clínicas da FMUSP (HC-FMUSP). Residência em Cardiologia pelo Instituto do Coração (InCor) do HC-FMUSP. Médico Diarista do Pronto-Atendimento do Hospital Sírio-Libânes.

Leonardo Vieira da Rosa

Médico Cardiologista pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Médico Assistente da Unidade de Terapia Intensiva do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Doutorando em Cardiologia do InCor-HC-FMUSP. Médico Cardiologista da Unidade Coronariana do Hospital Sírio Libanês.

Última revisão: 01/04/2019

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Quadro Clínico

ECG realizado em paciente assintomático em curso de enfermagem

 

Eletrocardiograma do paciente

 

Ver diagnóstico abaixo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eletrocardiograma

 

1.     Ritmo sinusal

2.     Intervalos PR,QRS, QTc normais

3.     Desvio do eixo – 150° ( AVR +)

4.     Alterações inespecíficas de repolarização

 

Diagnóstico

Troca de eletrodos – ECG normal

           

Comentários

 

Troca de Posicionamento dos Eletrodos:

 

a) Braços trocados entre si:

         D1 negativo e aVR positivo

b) Eletrodo da perna direita trocado por um dos braços:

         amplitudes de onda pequenas em D2 (braço direito) ou D3 (braço esquerdo)

c) Troca de eletrodos precordiais:

         alteração da progressão normal da onda R de V1 a V6

 

            Normalmente os eletrodos são colocados na superfície do tórax e dos membros, no entanto, existem situações onde se usam eletrodos no interior do esôfago (derivação esofágica), no interior do coração (derivação endocárdica) ou na superfície do coração (derivação epicárdica).

            Derivações unipolares e bipolares: uma derivação é dita unipolar quando um eletrodo explorador faz o registro da atividade elétrica cardíaca (ex : V1 a V6 e aVR, aVL, aVF). As derivações aVR, aVL e aVF são denominadas derivações unipolares aumentadas dos membros. Derivação bipolar é aquela onde o registro se faz através de dois eletrodos situados à mesma distância do coração (ex : DI, DII e DIII).

            Plano Frontal e Plano Horizontal: para o registro do ECG padrão usamos 12 derivações; seis derivações cobrem o plano frontal ou vertical (aVR, aVL, aVF, DI, DII e DIII) e seis cobrem o plano horizontal ou precordial (V1 a V6), numa tentativa de registrar a atividade elétrica cardíaca por vários ângulos diferentes. Eventualmente, são utilizadas derivações precordiais adicionais para uma melhor visualização da parede posterior do coração (V7 e V8) e do ventrículo direito (V3R e V4R).

 

Tabela 1: posicionamento coreto dos eletrodos

Derivação

Posicionamento do (s) eletrodo (s)

DI

MSD e MSE

DII

MSD e MIE

DIII

MSE e MIE

aVR

MSD

aVL

MSE

aVF

MIE

V1

4º EIC com a borda esternal direita

V2

4º EIC com a borda esternal esquerda

V3

5º EICE, entre V2 e V4 (V3R: 5º EICD)

V4

5º EICE na linha hemiclavicular esquerda (V4R: 5º EICD/LHCD)

V5

5º EICE na linha axilar anterior

V6

5º EICE na linha axilar média

V7

5º EICE na linha axilar posterior

V8

5º EICE na linha hemiclavicular posterior

 

 

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