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Metilfenidato

Metilfenidato (Oral) (substância ativa)

Referência: Concerta (Janssen); Ritalina (Novartis); Ritalina LA (Novartis)

Genérico: não

 

cloridrato de metilfenidato

Uso oral

Comprimido 10 mg: Ritalina

Comprimido de liberação prolongada 18 mg: Concerta

Comprimido de liberação prolongada 36 mg: Concerta

Comprimido de liberação prolongada 54 mg: Concerta

Cápsula de liberação prolongada 10 mg: Ritalina La

Cápsula de liberação prolongada 20 mg: Ritalina La

Cápsula de liberação prolongada 30 mg: Ritalina La

Cápsula de liberação prolongada 40 mg: Ritalina La

 

O que é

estimulante do sistema nervoso central [piperidina (derivado); analéptico].

 

Para que serve

distúrbio de hiperatividade e déficit da atenção; narcolepsia.

 

Como age

mecanismo não é bem compreendido. Age como estimulante do sistema nervoso central. Em crianças com distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade, diminui a inquietação motora e ajuda no ato de prestar atenção.

 

Como se usa

Uso oral – Doses

• doses em termos de cloridrato de Metilfenidato.

comprimido

Adultos

narcolepsia: 5 a 20 mg, 2 ou 3 vezes por dia, de preferência com refeição ou logo após.

Limite de dose para adultos: 90 mg por dia.

Crianças a partir de 6 anos de idade

distúrbio de déficit da atenção e hiperatividade: iniciar com 5 mg, 2 vezes por dia, com refeição ou logo após; fazer aumentos graduais (de 5 a 10 mg por dia, em intervalos semanais). Se não houver melhora da criança, após ajustes adequados de doses durante 1 mês de tratamento, suspender o produto.

Limite de dose para crianças: 60 mg por dia.

Crianças com menos de 6 anos de idade: doses não estabelecidas.

 

cápsula de liberação prolongada

Atenção: a cápsula de liberação prolongada não deve ser aberta nem mastigada; deve ser engolida inteira.

Adultos e crianças a partir de 6 anos de idade (apenas se a criança estiver apta a engolir as cápsulas): 18 ou 36 mg (ou um máximo de 54 mg por dia), em dose única pela manhã, como alternativa ao esquema clássico de doses múltiplas por dia. Deve-se escolher o que mais se aproxime da dose total diária que esteja sendo seguida com o comprimido normal.

Crianças com menos de 6 anos de idade: doses não estabelecidas.

 

Cuidados especiais

Risco na gravidez

Classe C

 

Amamentação

não se sabe se é eliminado no leite

 

Não usar o produto

angina do peito; arritmia cardíaca; arteriosclerose avançada; doença cardiovascular; estado de agitação; glaucoma; hipersensibilidade a amina simpaticomimética; hipertensão moderada ou grave; hipertireoidismo; histórico de abuso de drogas; histórico de ansiedade acentuada, tensão ou agitação; parkinsonismo; psicose; grave depressão endógena ou exógena; síndrome de Tourette; tiques motores.

 

Avaliar riscos x Benefícios

debilitado; dependente de álcool; dependente de droga; epilepsia; histórico de diabetes; idoso; paciente hiperexcitável.

 

Reações mais comuns (sem incidência definida)

Gastrintestinal: dor na barriga.

Sistema nervoso central: insônia; dor de cabeça; nervosismo; falta de apetite.

 

Atenção ao utilizar outros produtos

O Metilfenidato

•pode aumentar os níveis de: anticonvulsivante (fenobarbital; fenitoína; primidona); antidepressivo inibidor da recaptação seletiva da serotonina; antidepressivo tricíclico (imipramina; clomipramina; desipramina); varfarina. Monitorar o paciente para reações adversas.

•pode causar reações adversas sérias com: agonistas alfa2 de ação central; clonidina. Evitar associar.

•pode diminuir o efeito anti-hipertensor de: anti-hipertensivode ação central. Monitorar a pressão sanguínea.

•pode causar grave hipertensão ou crise hipertensiva com: IMAO (inibidor da monoamina-oxidase). Respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre os dois medicamentos.

 

Outras considerações importantes

•cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção.

•não ingerir bebida alcoólica.

•evitar bebidas que contenham cafeína (café, chá, chocolate, refrigerantes à base de cola).

•descontinuar o produto se ocorrer: hipersensibilidade; crise convulsiva; se nenhuma melhora for notada após 1 mês de tratamento; se os sintomas forem paradoxalmente agravados durante o tratamento.

•a descontinuação do medicamento deve ser lenta e gradual.

•o uso de cocaína (atual ou anteriormente) pode acarretar intenso nervosismo, irritabilidade, problemas de sono, batimento cardíaco irregular ou convulsão.

•o medicamento pode provocar diminuição temporária do crescimento em crianças (ficar atento às medidas de peso e altura das mesmas).

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