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Sua busca por "Parte i – Vigilancia Epidemiologica Procedimentos Tecnicos e Situacao Das Doencas Infecciosas no br" obteve 16 resultados.

Página:  de 2

05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Sistemas de Informações

...e necessário organizá-los em tabelas e gráficos, que, dependendo do grau de complexidade das análises, podem ser realizados por todos os profissionais ou por alguns com capacitação específica. A partir dos dados coletados são construídos indicadores que correspondem a informações produzidas com periodicidade definida e critérios constantes, que revelam o comportamento de um fenômeno, em dado inte......

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05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Sistemas de Informações

...tério da Saúde, em 1975, a partir do desenvolvimento de um sistema informatizado de seleção de causa básica de óbito (SCB). Este sistema foi descentralizado para as secretarias municipais de saúde (SMS), deixando de ser operacionalizado apenas na administração central das secretarias estaduais de saúde (SES). O formulário de entrada de dados é a declaração de óbito (DO), que deve ser preenchida ex......

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23/06/2009

Biblioteca Livre

CAPÍTULO 1 – Vigilância Epidemiológica

...abalhem na perspectiva de desenvolvimento da vigilância da saúde, que tem como um dos seus pilares de atuação a vigilância epidemiológica de problemas de saúde prioritários, em cada espaço geográfico. Nesta perspectiva, descreve-se no Anexo 2 deste capítulo o novo modelo de organização do sistema de vigilância epidemiológica, com a definição das principais atribuições das três esferas de governo.......

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08/08/2009

Revisões

Influenza A (H1N1) - Protocolo de manejo clínico e vigilância epidemiológica da Influenza

...ção, está sujeita a ajustes decorrentes da sua utilização prática e das modificações do cenário epidemiológico. Ressalta-se que ele se aplica ao cenário epidemiológico brasileiro na atual fase pandêmica, de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). MÓDULO 1 MANEJO CLÍNICO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE CASOS DE DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE 1. OBJETIVOS - Dete......

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05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Estrutura para Respostas às Emergências em Saúde Pública

...nesperado? 4. O evento é incomum? APRESENTA-SE, A SEGUIR, EXEMPLOS DE EVENTOS INCOMUNS · O evento é causado por um agente desconhecido, ou a fonte, veículo ou via de transmissão é incomum ou desconhecido. · A evolução dos casos é mais severa do que o esperado (incluindo morbidade ou mortalidade) ou os sintomas apresentados são incomuns. · A ocorrência do eve......

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16/05/2010

Revisões

Protocolo de Manejo Clínico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) - 22-04-10

...ar parafina sem compostos adicionais (por exemplo: cera de abelha, cera de carnaúba, etc.) no processo de parafinização dos fragmentos. 4.3.5 Envio de Amostras e Documentação Necessária • Resumo do histórico clínico. • Cópia do laudo preliminar ou conclusivo da necropsia. • Cópia de qualquer resultado laboratorial pertinente. • Ficha completa de identificação do indivíd......

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30/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Influenza Pandêmica A(H1N1)2009

.... Falência de múltiplos órgãos com sinais de insuficiência renal e comprometimento cardíaco (dilatação e taquiarritmias supraventriculares) tem sido habitual. Outras complicações identificadas são: pneumonia associada ao ventilador, hemorragia pulmonar, pneumotórax, pancitopenia, síndrome de Reye e sepsis sem bacteremia documentada. Os achados laboratoriais mais presentes são: leucopenia com l......

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06/08/2009

Guias Livres do Ministério da Saúde

Hepatites Virais

...eno do núcleo do HBV) – é um marcador que indica contato prévio com o vírus. Permanece detectável por toda a vida nos indivíduos que tiveram a infecção (mesmo naqueles que não cronificaram, ou seja, eliminaram o vírus). Representa importante marcador para estudos epidemiológicos. Quadro 3. Interpretação e conduta do screening sorológico para hepatite B HBsAg Anti-HBc Interpretaç......

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07/08/2009

Guias Livres do Ministério da Saúde

Meningites

...de pública em virtude de sua magnitude e gravidade, bem como do potencial de causar epidemias. Diferentemente das demais meningites, as meningites tuberculosa e fúngica podem apresentar uma evolução mais lenta, de semanas ou meses, tornando difícil o diagnóstico de suspeição. Na meningite tuberculosa não tratada, classicamente o curso da doença é dividido em três estágios: Estágio I – em ger......

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24/06/2009

Biblioteca Livre

CAPÍTULO 3 – Sistemas de Informação em Saúde e Vigilância Epidemiológica

...sde sua implantação. Por obedecer à lógica de pagamento por procedimento, não registra o CID do(s) diagnóstico(s) dos pacientes e não pode ser utilizado como informação epidemiológica, ou seja, seus dados não permitem delinear os perfis de morbidade da população, a não ser pela inferência a partir dos serviços utilizados. Entretanto, como sua unidade de registro de informações é o procedimento am......

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