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Sua busca por "Sindrome da Rubeola Congenita" obteve 36 resultados.

Página:  de 4

01/03/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita

...Departamento de Vigilância Epidemiológica 8ª edição revista BRASÍLIA / DF – 2010 Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita CID 10: B06 e CID 10: P35.0 RUBÉOLA Aspectos Clínicos E Epidemiológicos Descrição Doenca exantemática viral aguda, caracterizada por febre baixa e exantema maculopapular, que se inicia na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para tronco e membros. Este ......

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01/03/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita

... Gerais, Ceara e São Paulo; o vírus identificado foi o D4. Em 2007, o numero de casos confirmados aumentou para 8.753, um incremento de 81%, sendo que desses, 8.145 (93%) foram confirmados pelo critério laboratorial. após a intensificação da vigilância epidemiológica e a vacinação de bloqueio ampliada, em 2008, o numero de casos confirmados diminui em 77%, quando ocorreram 2.005 casos de Rubéola, ......

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12/08/2009

Guias Livres do Ministério da Saúde

Síndrome da Rubéola Congênita

... Não se deve aguardar os resultados dos exames para o desencadeamento das medidas de controle e outras atividades da investigação, embora eles sejam imprescindíveis para a confirmação de casos e para nortear o encerramento das investigações. Se o teste de IgM for negativo, a criança pode ser retirada do isolamento. Análise dos Dados A análise dos dados da investigação deve permitir a aval......

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11/11/2015

Biblioteca Livre

V

...imentos. t Tempo para pico de concentração: 1,2 horas. t Pico do efeito: geralmente em 2 semanas. t Concentração plasmática desejada: 50 a 150 microgramas/mL. t Distribuição: cerca de 10% das concentrações plasmáticas alcançam o líquido cérebro-espinhal. O valproato atravessa a barreira placentária e é excretado no leite materno. t Metabolismo: hepático, rápido; pode ser alterado pelo uso con......

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30/05/2010

Revisões

Doenças exantemáticas na infância

...gnóstico: o diagnóstico é clínico. A American Heart Association (AHA) estabelece 4 de 5 critérios clínicos ou 3, na presença de coronarite, associado a febre por mais de 5 dias: · conjuntivite não-exsudativa; · alteração de lábios e mucosa oral; · edema e eritema palmoplantar, com descamação; · exantema polimorfo não-vesicular ou bolhoso; · adenopatia cervical nã......

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01/02/2010

Revisões

Icterícia

... Divisão acidental: geralmente por seccionamento cirúrgico acidental. II. Pancreatite aguda: consultar capítulo específico. III. Pancreatite crônica: consultar capítulo específico. IV. Carcinoma do ducto biliar: tumores epiteliais que podem surgir em qualquer ponto da árvore biliar. Os pacientes apresentam icterícia obstrutiva indolor. V. Obliteração congênita do ducto biliar: icterícia ......

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08/03/2012

Revisões Internacionais

Sarampo, caxumba, rubéola, parvovírus, poxvírus – Martin S. Hirsch, MD

...ransmissão por via respiratória é possível, sendo favorecida pelo contato em proximidade. Surtos hospitalares também foram descritos e com frequência são registrados para pacientes que apresentam crises aplásticas, além de grande quantidade de vírus no sangue e nas secreções respiratórias.40,41 A infecção materna pode acarretar anemia fetal, hidropisia fetal, insuficiência cardíaca e morte. O resu......

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04/10/2016

Revisões Internacionais

Distúrbios Leucocitários Não Malignos

...terapias medicamentosas, infecções e distúrbios imunológicos, incluindo doenças autoimunes. A neutropenia secundária é muito mais comum do que a neutropenia primária. Em todas essas condições o risco de infecção depende do nível de neutrófilos no sangue e da capacidade de resposta da medula óssea a estímulos inflamatórios, assim como do aumento na produção dessas células. Usualmente se a quantidad......

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31/05/2009

Biblioteca Livre

Rubéola

...ura 1: Rubéola. SINONÍMIA Sarampo alemão. ETIOLOGIA DA RUBÉOLA Vírus RNA, gênero Rubivírus, família Togaviridae. RESERVATÓRIO O homem. MODO DE TRANSMISSÃO DA RUBÉOLA Direto, através do contato com secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas. PERÍODO DE INCUBAÇÃO De 14 a 21 dias, com duração média de 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias. PERÍODO DE TRANSMISSIB......

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30/10/2012

Revisões

toxoplasmose

...ey DM. Toxoplasmosis. Sem Perinatol 1998,22:332. 2. Boyer KM. Diagnosis and treatment of congenital toxoplasmosis. Adv Pediatr Infect Dis 1996;11:449. 3. Frenkel JK. Pathophysiology of toxoplasmosis. Parasitology Today 1988;14:273. 4. Hay J. Toxoplasma and the eye: diagnosis, treatment, and prevention are all difficult. Br Med J 1995;310:1021. toxoplasmose Felipe Francisco Tuon Sulf......

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