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Meios de Contraste

Última revisão: 18/09/2015

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Reproduzido de:

Formulário Terapêutico Nacional 2010: Rename 2010 [Link Livre para o Documento Original]

Série B. Textos Básicos de Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos

Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos

Brasília / DF – 2010

 

Agentes  diagnósticos

Subcomissão Editorial

 

24.1  Meios de contraste

Diatrizoato de sódio + diatrizoato de meglumina é contraste iodado e radiopaco usado em investigação radiológica. É uma mistura de compostos orgânicos iônicos, na qual a densidade depende da concentração de iodo. A mistura reduz a incidência de efeitos adversos (relacionados à alta osmolaridade) e aumenta a qualidade do exame. As misturas contendo diatrizoato de sódio a 10% e diatrizoato de meglumina a 66% são muito utilizadas pelas baixas toxicidade e viscosidade, além do elevado conteúdo de iodo do sal sódico. São indicadas por via arterial ou venosa em tomografia computadorizada, artrografia, aortografia, angiocardiografia, arteriografias (coronariana, renal, periférica e visceral), angiografias cerebral e periférica, nefrotomografia, venografias, colangiografia e urografia excretora. São também usadas em estudos radiológicos do trato gastrintestinal, se administrados por via oral ou retal (ver monografia, página 624).

Ioxitalamato de meglumina + ioxitalamato de sódio é também um contraste iodado e radiopaco, iônico e monomérico com ação semelhante à dos amidotrizoatos (diatrizoatos) utilizado em tomografia computadorizada, urografia excretora, ventriculografia, colangiografia, colecistografia e histerossalpingografia. Em estudos radiológicos do trato gastrintestinal, pode ser administrado por via oral. É opção de complemento ao diatrizoato (ver monografia, página 784).

Sulfato de bário é um agente de contraste administrado por via oral ou retal, utilizado na opacificação intracavitária para diagnóstico de anormalidades e defeitos do trato gastrintestinal. É barato, de fácil administração e manuseio, bem tolerado pela maioria dos pacientes, sendo que a via retal está mais associada a possíveis efeitos adversos (ver monografia, página 978).

 

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