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Sua busca por "Parte ii – Doencas Infecciosas de Interesse Para a Saude Publica" obteve 132 resultados.

Página:  de 14

05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Sistemas de Informações

...s dados coletados são construídos indicadores que correspondem a informações produzidas com periodicidade definida e critérios constantes, que revelam o comportamento de um fenômeno, em dado intervalo de tempo. Para isso, faz-se necessária a disponibilidade do dado, bem como uniformidade e sinteticidade na coleta, simplicidade técnica na elaboração e bom poder discriminatório do indicador. SI......

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05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Sistemas de Informações

...spitalares, proporção de nascidos vivos por faixa etária da mãe, taxa bruta de natalidade e taxa de fecundidade. Sistema de Informações Hospitalares – SIH/SUS Importante fonte de informação por registrar em torno de 80% das internações hospitalares realizadas no país e por gerar muitos indicadores: mortalidade hospitalar geral ou por alguma causa ou procedimento específico; taxa de utilização......

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30/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Febre Amarela

...se da historia epidemiológica para a sua identificação. As formas graves clássicas ou fulminantes devem ser diferenciadas das hepatites graves fulminantes, leptospirose, malária por Plasmodium falciparum, febre hemorrágica do dengue e septicemias. Tratamento Não existe tratamento antiviral especifico. é apenas sintomático, com cuidadosa assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve pe......

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30/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Febre Amarela

...s, ou em locais de monitoramento da circulação viral. · Coberturas vacinais – Acompanhamento sistemático das coberturas vacinais contra Febre Amarela, por município, buscando atingir a meta de 100% nas áreas de risco. MEDIDAS DE CONTROLE · A vacinação é a mais importante medida de controle. A vacina 17D é administrada em dose única e confere proteção próxima a 100%. Deve ser realizad......

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26/09/2013

Hospitalar

Capítulo 2 – Desenho e avaliação de programas

...ação das revisões necessárias. · Estabelecimento de rede com profissionais de controle de infecções de entidades similares de assistência à saúde e compartilhamento de informações para o desenvolvimento e a manutenção de programas de controle. A seção “Ferramentas e Recursos” apresenta um modelo com descrições e planos de programa de controle de infecções. O Programa Atende aos Ele......

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05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Estrutura para Respostas às Emergências em Saúde Pública

...ha sido eliminado ou erradicado do Estado Parte ou que não tenha sido notificado anteriormente. O EVENTO É INCOMUM OU INESPERADO? Responda “sim” caso tiver respondido “sim” às perguntas 4 ou 5 acima. III. Há risco significativo de propagação internacional? 6. Há evidências de correlação eidemiológica com eventos similares em outros Estados? 7. Existe algum fator que......

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01/03/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

tracoma

...se fazer o vinculo epidemiológico. O diagnostico laboratorial do Tracoma e utilizado para a constatação do agente etiológico na comunidade e não tem objetivos de confirmação de casos, no nível individual. A técnica laboratorial padrão é a cultura de células, não sendo utilizada de rotina. Atualmente, tem-se utilizado a imunofluorescência direta com anticorpos monoclonais, que apresenta alta especi......

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01/03/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

tracoma

... da conjuntiva tarsal superior, com mais de 50% dos vasos tarsais profundos não visualizados; - Cicatrização conjuntival Tracomatosa (TS): presença de cicatrizes na conjuntiva tarsal superior, de bordas retas, angulares ou estreladas; - Triquíase tracomatosa (TT): quando, pelo menos, um dos cílios atrita o globo ocular ou quando ha evidencia de recente remoção de cílios associados à pr......

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30/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

herpes simples

...ital). Determina quadros variáveis benignos ou graves. Há dois tipos de vírus: o tipo 1, responsável por infecções na face e tronco, e o tipo 2, relacionado às infecções na genitália é de transmissão geralmente sexual. Ambos os vírus podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas. As manifestações clínicas são distintas e relacionadas ao estado imunológico do hospedeiro: Primoinfecção Her......

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30/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

herpes simples

...ue o observado na primoinfecção, precedido de pródromos característicos: aumento de sensibilidade, prurido, “queimação”, mialgias e “fisgadas” nas pernas, quadris e região anogenital. Herpes Genital O vírus é transmitido, mais frequentemente, por contato direto com lesões ou objetos contaminados. É necessário que haja solução de continuidade, pois não há penetração do vírus em pele ou mucosas......

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