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Sua busca por "1 o Controle da Tuberculose – Prioridade Nacional" obteve 17 resultados.

Página:  de 2

31/03/2011

Biblioteca Livre

1. O Controle da Tuberculose – Prioridade Nacional

..., nº 148 BRASÍLIA / DF – 2002 1. O Controle da Tuberculose – Prioridade Nacional A tuberculose é um problema de saúde prioritário no Brasil, que juntamente com outros 21 países em desenvolvimento, albergam 80% dos casos mundiais da doença. No Brasil, estima-se que ocorram 129.000 casos por ano, dos quais são notificados cerca de 90.000. Em 1998, o coeficiente de mortalidade foi de 3,5 por......

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26/09/2013

Hospitalar

Capítulo 2 – Desenho e avaliação de programas

... Estabelecimento de rede com profissionais de controle de infecções de entidades similares de assistência à saúde e compartilhamento de informações para o desenvolvimento e a manutenção de programas de controle. A seção “Ferramentas e Recursos” apresenta um modelo com descrições e planos de programa de controle de infecções. O Programa Atende aos Elementos-chave de Desempenho? Usar a li......

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16/03/2010

Artigos

Destaques da III Diretrizes para Tuberculose

...sos graves (dexa­metasona na dose de 0,3-0,4 mg/kg/dia por 4-8 semanas) com redução gradual da dosagem nas 4 semanas subseqüentes. · Para crianças (pacientes com menos de 10 anos de idade), continua o tratamento atual com três medicamentos: R (10 mg/kg), H (10 mg/kg) e Z (35 mg/kg). · As Diretrizes realizam também recomendações para tratamento da tuberculose multirresistente ......

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09/03/2015

Revisões

Nota Técnica do Ministério da Saúde sobre PPD - 2014

...IGRA (Quantiferon), o tratamento da infecção latente da tuberculose deverá ser disponibilizado. 7. Lembramos que o tratamento da ILTB se faz com a isoniazida na dose de 5 a 10 mg/kg/dia com dose máxima de 300mg/dia, no mínimo por 6 meses (180 doses), e idealmente 9 meses (270 doses). 8. Para o diagnóstico de tuberculose em crianças menores de 10 anos adotar o sistema de pontuação (escore c......

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14/05/2013

Qualidade e Segurança

Vigilância para prevenção e controle de infecções

...miliarizam com os riscos de infecção em sua organização e estruturam, portanto, seu programa de vigilância. Por exemplo, se um hospital tem diversas salas de cirurgia (SCs) onde são realizados vários procedimentos, o processo de avaliação de risco deve identificar os potenciais riscos de infecção associados aos procedimentos e à SC. O programa de vigilância pode incluir o monitoramento de dados de......

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14/05/2013

Qualidade e Segurança

Vigilância para prevenção e controle de infecções

...e-mail ou escrevam relatórios sobre pacientes com infecções. Existem dois tipos de sistema de vigilância: busca passiva e ativa. Os sistemas de vigilância passivos dependem do pessoal de assistência à saúde ou do laboratório para informar os problemas. Os sistemas de vigilância ativos usam meios proativos e oportunos para identificar e informar problemas, como a revisão de registros (p. ex., inter......

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31/05/2009

Biblioteca Livre

Leishmaniose Tegumentar Americana

... não à cutânea, caracteriza-se por infiltração, ulceração e destruição dos tecidos da cavidade nasal, faringe ou laringe (Figura 1). Quando a destruição dos tecidos é importante, podem ocorrer perfurações do septo nasal e/ou do palato. Figura 1: Leishmaniose cutânea mucosa com cicatriz no antebraço. SINONÍMIA Úlcera de Bauru, nariz de tapir, ferida brava, botão do oriente. ETIOLOG......

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25/05/2012

Revisões Internacionais

Abordagem dos envenenamentos e das dosagens excessivas de medicamentos

...ssão respiratória é obtida com uma janela de dose de naloxona entre 2 e 4 mg. Um artigo na revista Anesthesiology, em 2006, publicou que doses acima de 4 mg podem causar “declínio na atividade reversora”; por exemplo, uma dose de 6 mg pode ter efeito reversor de uma dose de, por exemplo, 1 mg, com relação à dosagem excessiva de buprenorfina.10 Se o agente etiológico no coma e depressão respiratóri......

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01/11/2013

Revisões Internacionais

Vaginite e doenças sexualmente transmissíveis – Joel T. Katz

...ginal trichomoniasis. JAMA 1989; 261:571–6. 66. Krieger J, Alderete J. Trichomonas vaginalis and trichomo­niasis. In: Holmes KK, Mårdh P-A, Sparling PF, et al, editors. Sexually transmitted diseases. 3rd ed. New York: McGraw-Hill; 1999. p. 587. 67. Sood S, Mohanty S, Kapil A, et al. InPouch TV culture for detection of Trichomonas vaginalis. Indian J Med Res 2007;125:567–71. 68. Tid......

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23/06/2009

Biblioteca Livre

CAPÍTULO 1 – Vigilância Epidemiológica

...uação a vigilância epidemiológica de problemas de saúde prioritários, em cada espaço geográfico. Nesta perspectiva, descreve-se no Anexo 2 deste capítulo o novo modelo de organização do sistema de vigilância epidemiológica, com a definição das principais atribuições das três esferas de governo. ANEXO 1 – Portaria nº 2.325/GM Em, 8 de dezembro de 2003 Define a relação de doenças de notificaçã......

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